24 anos de produtos que respondem às reais necessidades do mercado

24 anos de produtos que respondem às reais necessidades do mercado

Com atividade desde 1992 e com um modelo de negócio inovador em Portugal, a Costa Verde é hoje uma das empresas mais modernas do setor na União Europeia. Especialista no desenvolvimento e produção de artigos de porcelana para uso doméstico e para a hotelaria, a empresa, com sede em Aveiro,, comercializa já os seus produtos em mais de 50 geografias espalhadas pelo mundo. Em entrevista à Ambitur, Paulo Pinto Santos, Marketing Manager da Costa Verde, explica quais os fatores de sucesso da empresa.
Quando e como nasce a Porcelanas Costa Verde?

A Costa Verde nasce em 1990, no entanto começa efetivamente a produzir e a faturar em 1992, sendo um caso sui generis no tecido empresarial português, dado ser a primeira vez que a distribuição vai ficar ligada à industria, porquanto 75% do capital pertence aos principais e mais importantes distribuidores nacionais de artigos para a casa e hotelaria, sendo os restantes 25% à equipa de gestão.

A Costa Verde surgiu da necessidade destes distribuidores, terem um parceiro na industria que lhes assegurasse o desenvolvimento e fabrico de artigos de porcelana, tanto na vertente doméstica como profissional. Hoje passados quase 25 anos, que pomposamente celebraremos já no próximo ano, esta parceria tem permitido excelentes resultados não se prevendo qualquer alteração a curto ou médio prazo.

Na Costa Verde estamos conscientes do que somos e para onde caminhamos. Rapidamente nos apercebemos, e dado que a gestão veio maioritariamente de outras empresas do setor, que tínhamos o conhecimento suficiente para saber que nos devíamos focar em fabricar, com qualidade, a um custo razoável e sobretudo ter flexibilidade, e permitir prestar um excelente serviço ao cliente.
É considerada hoje uma das empresas mais modernas deste setor na União Europeia. Acompanhar a evolução da tecnologia e desenvolver produtos inovadores foi sempre um objetivo da empresa? Porquê?

A empresa de porcelana que provavelmente é a mais moderna do mundo está localizada no concelho de Vagos, Distrito de Aveiro, em Portugal. Este feito, se assim o pretendem adjetivar, não foi algo que surgiu de forma inocente. Nos últimos anos, mais precisamente nos últimos 15 anos a Costa Verde tem vindo a investir fortemente no processo, de forma a ser cada vez mais eficiente e eficaz. Por isso fazemos questão de convidar e trazer os nossos clientes a visitar as nossas instalações pois sabemos que as mesmas comunicam uma segurança de serviço, flexibilidade e prestabilidade muito difícil de encontrar no setor.

Sabemos que ter uma empresa tecnologicamente avançada de nada nos valia se não desenvolvêssemos produtos inovadores, e esse também tem sido o nosso caminho.

Desde 2002 temos um acordo de parceria com um dos melhores designers do mundo no setor da porcelana e cerâmica utilitária em geral, Robin Levien, e este trabalho conjunto a par com uma estrutura de produção eficiente tem-nos permitido chegar a patamares que somente alicerçados nestes dois pilares estruturantes seriam conseguidos.

Na Costa Verde respiramos Inovação, estando a nossa organização na fase final de certificação segundo a norma NP 4457, Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação
Quais são os fatores de sucesso da empresa?

Podemos considerar como fatores de sucesso a inovação, a qualidade do nosso produto, seja ela a qualidade intrínseca seja o seu design, o serviço e flexibilidade, tudo coordenado por uma correta estratégia de marketing, dando igual primazia também às nossas pessoas. Podemos dizer que esta é a receita do sucesso da Costa Verde.
O que diferencia os vossos produtos dos concorrentes?

Na Costa Verde temos um caminho definido a percorrer, e este percurso está ancorado nos nossos produtos. O facto de, neste momento, estarmos a comercializar os nossos produtos em mais de 50 geografias em todo o mundo é sinal de que temos algo que nos diferencia dos demais fabricantes de porcelana, espalhados por todo o mundo. Esta diferenciação, que sustenta o nosso posicionamento no mercado resulta da preocupação no desenvolvimento de produtos e conceitos que vão ao encontro das reais necessidades dos mercados em que estamos, com uma grande preocupação para nos adaptarmos a estes. A nossa qualidade, a nossa capacidade de preocupação e de flexibilidade permitem-nos hoje ter capacidade de resposta para qualquer projeto hoteleiro, seja ele em Las Vegas ou na India, ou até mesmo em Lagos, na Nigéria.

O nosso cliente sabe que de nossa parte apenas apresentamos ao mercado produtos com utilidade “exequível”, ou seja, tentamos não derivar para conceitos, gamas, linhas ou mesmo produtos individuais os quais irão complicar a atividade do nosso cliente e distribuidor. Este pragmatismo transmite confiança aos nossos clientes, e sabemos que estes a apreciam.

Não queremos ser mais um fornecedor de porcelana, quando abordamos o cliente queremos ser o seu parceiro de negócio.

No que à área da hotelaria diz respeito qual a vossa oferta e mais valias?

A Costa Verde é uma empresa com apenas 24 anos, e desde cedo entendemos que a hotelaria seria um mercado com bastante potencial a abraçar. Todas as nossas linhas são para o mercado hoteleiro, sendo umas mais reforçadas sendo outras menos, sendo umas com um design mais intemporal sendo outras com forte inspiração orgânica.

Não me querendo repetir, as nossas mais valias confundem-se com os nossos fatores de sucesso, pois foram elas que nos permitem estar no mercado de uma forma construtiva e inovadora.

75% dos produtos produzidas na Costa Verde são exportados. Quais os vossos principais mercados e que estratégia têm vindo a seguir para vingar na internacionalização?Que unidades hoteleiras já equiparam?

Temos no nosso portfólio de clientes, ou melhor dizendo de parceiros de negócio unidades hoteleiras, restaurantes, companhias aéreas e companhias de navegação espalhadas por todo o mundo. No que diz respeito a Portugal poderão encontrar-nos na cadeia de hotéis Real, Marriott Lisboa, na cadeia Accor, no emblemático grupo Altis, no grupo Meliã, Olissippo, Tivoli, entre muitas outras unidades independentes. Mas é na exportação, onde realizamos cerca de 75% da faturação que marcamos mais presença, desde logo nos Estados Unidos, onde em 2015 fornecemos o maior projeto de aquisição de porcelana com o fornecimento ao complexo Mandalay Bay, e onde vamos fornecer um outro já este ano, o conhecido Venetian Complex, estamos no Chile na cadeia W e Ritz Carlton, no Brasil no grupo Golden Tulip, em Espanha em diversas unidades, em Inglaterra na cadeia Hilton, na Coreia do Sul na cadeia Marriott e por aí fora, nunca esquecendo que encontrarão o nosso produto do Chile ao Canada, da África do Sul à Suécia e Noruega, passando pelo espaço da União Europeia e Suíça, ou então do Dubai ao Japão, China e à Coreia do Sul.

Um dos maiores reconhecimentos, para nós, tem sido a escolha da Costa Verde como parceira de negócio de alguns dos mais importantes projetos de reputados chefes de cozinha internacionais, destacando-se o chefe francês Alan Ducasse.

A cada exercício estamos a conseguir promover e vender o nosso produto a mercados que até há alguns anos eram geografias longínquas mas onde apreciam em primeiro lugar a produção europeia e claro está o produto português. Esta diversidade de geografias e grupos hoteleiros permite-nos não estar dependentes de somente alguns mercados e clientes.

Haverá novidades a curto/ longo prazo na Costa Verde?

Como empresa na fase final de certificação em áreas como Investigação, Desenvolvimento e Inovação, com certeza que irão existir novidades, sejam elas ao nível institucional, de produto, de sustentabilidade entre outras. Estamos fortemente empenhados em novos projetos, dos quais daremos noticias o mais breve possível.

Convido a todos a acompanharem a Costa Verde nos diversos canais digitais, sejam eles o nosso site em www.costa-verde.com ou seguindo-nos através do Facebook, onde daremos nota de novos desenvolvimentos.