Golfe é aposta prioritária no Algarve

Golfe é aposta prioritária no Algarve

Categoria Business, Golfe

No final de 2015 foi batido o recorde de número de voltas de golfe realizadas na região, com um número próximo das 1.200.000. Já este ano e comemorando os 50 anos de existência da prática de golfe na região, o primeiro semestre tem-se revelado promissor para o Algarve, na medida em que a tendência de crescimento, agora na ordem dos dois dígitos, se mantém no que diz respeito a este indicador.

De acordo com os números avançados pela Associação Turismo do Algarve (ATA), a agência responsável pela promoção turística da região junto dos mercados externos, já registou no primeiro semestre deste ano um total de 691.676 voltas realizadas nos campos de golfe da região, um número que representa um aumento de aproximadamente 14,9% face ao período homólogo do ano anterior.

“Estes resultados são bastante animadores e acreditamos que a tendência seja para que continuem a crescer, nomeadamente, e entre outros aspetos, devido à forte estratégia de promoção que temos vindo a desenvolver em parceria com o setor privado da indústria de turismo de golfe”, afirma Dora Coelho, diretora executiva da ATA.

Contando, neste momento, com cerca de 40 campos de golfe, dispersos pela região e com diferentes características, o Algarve reúne um conjunto de condições que fazem deste um destino de golfe de excelência, com destaque para a qualidade das infraestruturas e para o bom clima que permite a prática desta modalidade ao longo de todo o ano. Neste contexto, e no seguimento da aposta forte e contínua que a ATA faz na divulgação deste produto, o golfe do Algarve tem vindo a conquistar um reconhecimento internacional crescente, assumindo atualmente um peso fulcral nas receitas globais da região.

Entre os mercados que revelam um maior interesse pelo golfe neste destino e que têm contribuído para os resultados positivos obtidos em torno deste produto encontram-se o Reino Unido, a Alemanha, a Holanda e a Irlanda (mercados já consolidados), a Dinamarca e a Suécia (vistos ainda como mercados com potencial de desenvolvimento) e, por último, a França, que este ano revelou uma forte procura.