Mais portugueses planeiam férias no estrangeiro

Mais portugueses planeiam férias no estrangeiro

Portugal continua a ser o destino mais popular para 81% dos portugueses que planeiam fazer férias fora do local de residência. No entanto, as intenções de realizar férias no estrangeiro aumentaram ligeiramente para 15%, comparativamente com 13% no ano anterior. De acordo com o Observador Cetelem, Espanha é o destino principal dos que passam férias fora do país, seguindo-se Inglaterra e Brasil.
No total, 56% dos portugueses planeia passar férias fora de casa, em Portugal ou no estrangeiro, uma subida em relação a 2015 (50%). Simultaneamente, o número de portugueses que não vai de férias por não ter disponibilidade financeira diminuiu para 25%, em comparação com 31% no ano anterior.

Viajar sem fazer reservas é ainda uma prática comum para 64% dos consumidores que fazem férias em Portugal. Já os que vão para o estrangeiro optam maioritariamente pelas agências de viagens (46%), enquanto 36% faz as reservas através de plataformas online, como o Momondo ou o Booking. Apenas 10% faz a reserva das viagens diretamente com a companhia aérea e 8% opta por não fazer reservas.

“Grande parte dos portugueses que passam férias no país fica em casa de familiares, amigos ou nas suas próprias residências secundárias, o que justifica a percentagem elevada de pessoas que não faz reservas. Já as agências de viagens são uma opção cómoda e segura para quem vai para o estrangeiro. Ainda assim, já muitos consumidores optam por reservar diretamente as viagens e o alojamento online”, comenta Diogo Lopes Pereira, diretor de marketing do Cetelem.

Este estudo tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos, aos quais foi aplicado um questionário estruturado de perguntas fechadas. O inquérito foi aplicado em colaboração com a empresa de estudos de mercado Nielsen, entre os dias 13 e 18 de maio, apresentando um erro máximo de +4,0 para um intervalo de confiança de 95%.