Passageiros transportados pela TAP no Aeroporto do Porto sobem 1,8% em 2016

Passageiros transportados pela TAP no Aeroporto do Porto sobem 1,8% em 2016

Categoria Business, Transportes

O Governo anunciou que o número de passageiros transportados pela TAP no Aeroporto do Porto cresceu 1,8% em 2016, recusando assim as críticas do PSD sobre a falta de investimento da transportadora no aeroporto Sá Carneiro. “O número de passageiros transportados pela TAP em 2016 no aeroporto do Porto cresceu 1,8%, o que levou a empresa a subir da terceira para a segunda posição no ranking das transportadoras aéreas a operar naquele aeroporto”, lê-se numa nota de imprensa divulgada pelo Ministério do Planeamento e Infraestruturas, e citada pela Lusa.

De acordo com os números da tutela, o crescimento em 2016 “segue-se a dois anos consecutivos em que a operadora perdeu terreno no aeroporto Sá Carneiro”, com um recuo de 0,2% em 2014 e de 5% em 2015.

O ministério liderado por Pedro Marques considera que “para o sucesso da atual operação da TAP no Porto muito contribuiu a ponte aérea”, que desde março de 2016 faz a ligação Porto – Lisboa com voos a todas as horas. Nesse sentido, acrescenta, a ligação entre as duas cidades cresceu 80%.

“É igualmente relevante que 73% dos bilhetes para a ponte aérea sejam vendidos pela TAP no centro e sul do país, enquanto apenas 27% são vendidos no Porto”, salientou a tutela.

Assim, para o Ministério do Planeamento e das Infraestruturas, as declarações dadas ontem pelo PSD “são uma total falta de pudor” até porque, sublinha, “foi precisamente durante o Governo liderado por esse partido que a TAP perdeu passageiros no Porto”.

Recorde-se que a distrital do PSD do Porto criticou ontem a “manifesta falta de investimento estratégico” da TAP no aeroporto do Porto e desafiou o Governo a apresentar um plano de desenvolvimento e crescimento daquela infraestrutura. Segundo o PSD, falta a TAP explicar quais as políticas que levam a que “Lisboa tenha preços mais acessíveis por via do efeito de escala, e Vigo tenha preços mais acessíveis pelo motivo inverso”.