Volta Nacional: “O turismo vai continuar a crescer?”

Volta Nacional: “O turismo vai continuar a crescer?”

Negócios

“O turismo vai continuar a crescer?”

Os protagonistas do setor não têm dúvidas: o turismo vai continuar a crescer em 2017 e ser um dos principais motores do crescimento económico. O volume de reservas já feitas para o próximo ano leva a Associação Hoteleira de Portugal a antever que voltem a ser batidos recordes no número de turistas em Portugal. A instabilidade de países que concorrem com Portugal enquanto destino turístico, como o Norte de África ou a Turquia deverá manter-se. Também, segundo a Administração do Porto de Lisboa, para o próximo ano já estão previstas 332 escalas de cruzeiros na Capital, mais 5,4% do que em 2016. Além disso, terá 41 novos congressos internacionais, um número avançado pela secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.

 

Vida Económica

“Ocupação turística atinge novos máximos em Portugal”

Os níveis de ocupação hoteleira nas principais cidades portuguesas são os mais elevados da Europa. Lisboa é a capital europeia com maior taxa de reservas nos hotéis (87% dos quartos disponíveis), de acordo com a análise efetuada pelo Vida Económica junto do portal Booking.com. A capital portuguesa ultrapassa cidades como Madrid (78%), Londres (85%), ou Paris (79%), tendo um nível de ocupação muito superior a Berlim (36%), Copenhaga (67% e Estocolmo(52%).

 

“Companhias aéreas querem reduzir peso das aeronaves”

As companhias aéreas estão conscientes que é essencial reduzir o peso das suas frotas, tendo em conta a nova geração de aviões, que se espera que comecem a voar antes de 2030. O peso dos aviões é um dos três fatores mais importantes, a par da aerodinâmica e do rendimento do motor, que afetam a eficiência de qualquer aparelho. Reduzir o peso tem um impacto enorme no consumo, pelo que os fabricantes estão a procurar novas soluções. Essa preocupação estende-se a todo o material que compõe um avião, desde o motor até aos bancos.

 

“Agências de viagens podem viver período de concentração”

Os próximos tempos poderão trazer uma maior dinâmica na concentração e expansão de empresas ligadas ao setor das agências de viagens, sendo que, de acordo com a Associação Portuguesa dos Agentes de Viagens e Turismo, registam-se já “mais entradas líquidas que saídas” neste segmento. Uma vez que, de acordo com Pedro Costa Ferreira, presidente da APAVT, no mercado “subsistem sobretudo as PME, existe margem para a concentração”. Falando à margem do 42º congresso da associação, que decorreu em Aveiro, o mesmo responsável afirmo que os próximos anos trazem “grandes desafios, mas também oportunidades”.

 

Expresso Economia

“Copo com vista para a turista beber”

O Castelo de São Jorge foi o cenário escolhido por Bárbara Vidal Morais para estacionar a primeira motorizada Famel da Wine a View, o conceito estilizado de comida de rua que estreou em julho de 2014 para cruzar o vinho, gastronomia e turismo, num negócio com vista sobre Lisboa. Tudo começou com a ambição de criar um negócio à volta do vinho e gastronomia, em que pensou “nos miradouros fabulosos de Lisboa”, percebendo que quando a vista é mesmo boa, o turista chega, olha, tira a fotografia e gosta de ficar alguns momentos em contemplação.

 

“Alojamento local com história”

Entre as mais de 35 mil unidades de alojamento local registadas em todo o país, há exemplos de espaços com história, sejam imóveis de família relativamente bem preservados, palacetes de invisíveis cinco estrelas ou casas de charme reabilitadas. Não se resumem a uma dormida confortável com pequeno-almoço até às 10 horas, nada têm que ver com uma fração num prédio de habitação ao serviço do turismo de curta duração e, normalmente, implicam investimentos significativos.

 

“A oportunidade do ‘Brexit’”

Passado algum tempo sobre o referendo, é evidente que o impacto do ‘Brexit’ sobre o papel de Londres como praça financeira da Europa. A incerteza sobre o desenlace das negociações com a União Europeia e a postura do Governo britânico estão a levar as instituições financeiras a ponderar o modo de cobrir a Europa se deixarem beneficiar do passaporte que permite prestar serviços financeiros em todo o mundo. Mas como deve colocar-se Lisboa neste processo? As vantagens competitivas da capital portuguesa são muitas mas falta promoção ativa do destino.

 

Correio da Manhã

“«Mais gente no Algarve na Passagem de Ano»”

Em entrevista ao CM, Elidérico Viegas, presidente da associação de hotelaria algarvia, disse que “alguns hotéis vão estar esgotados, mas no Fim de Ano o Algarve não fica esgotado”. Tem também boas perspetivas para a noite, esperando ter mais pessoas que em 2015. “Vamos ter mais pessoas na Passagem de Ano. Estamos à espera de um aumento de 5% na taxa de ocupação”. Porém ressalva que “como coincide com um fim de semana, os portugueses, em particular, vão ficar menos tempo”. Quanto aos preços, afirma que se regista “um aumento de preços também em relação ao ano passado”, o que permite “uma recuperação do volume de negócios dos hotéis, que estava em descida há vários anos”. As zonas mais procuradas são “as que têm maior oferta hoteleira”, como Albufeira, Vilamoura, Monte Gordo e Portimão.

 

“O boom turístico”

O boom turístico que se continua a verificar faz cada vez maior justiça e às virtudes da terra à beira-mar plantada. Desde o clima, às paisagens, à gastronomia, às praias, ao Minho, ao Alentejo, ao surf, aos Açores e à Madeira, aos monumentos nacionais, à Web Summit, ao Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia, à Serra da Estrela , ao Algarve, ao Marão, em todo o lado há razões, cada vez mais razões, para vir a Portugal e viajar por Portugal.

 

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