28 anos de Ambitur!

28 anos de Ambitur!

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A Ambitur celebra este ano o seu 28º aniversário. Para comemorar esta data especial, propôs a alguns
dos seus mais recentes 28 Grandes Entrevistados que voltassem atrás no tempo e, se a entrevista fosse
agora, nos dissessem o que gostariam de alterar ou acrescentar a esse momento. Deixamos aqui as os comentários de 15 desses entrevistados que, ao relerem as suas entrevistas, quiseram partilhar connosco, e com os nossos leitores, as ideias que teriam de ficar escritas ao dia de hoje.

Ana Mendes Godinho, secretária de Estado do Turismo (0utubro 2017)

“A valorização e a qualificação dos Recursos Humanos do Turismo mantêm-se no topo das prioridades. 100 mil pessoas entraram para o turismo desde 2016. Apostámos fortemente na rede de formação no Turismo, na reanimação das 12 escolas do Turismo de Portugal e na formação “on-job”, bem como na dinamização da contratação coletiva. Vamos lançar este ano uma campanha de promoção das profissões de turismo e há ainda muito por fazer.

Neste período, destaco as viagens aos Estados Unidos da América e Canadá, com triplo objetivo de captação de filmagens internacionais para Portugal, promoção da herança judaica e workshops com operadores turísticos; ao Vietname, de onde trouxe prémio de melhor destino do mundo; à Índia, da qual resultou o intercâmbio de alunos e de estagiários para as escolas e empresas turísticas portuguesas; e ainda à Coreia do Sul para promoção de turismo religioso.

Em 2019, quero garantir que o programa Revive é uma realidade em todo o território e que muda a forma como usamos o património público como ativo económico; ver o Centro de Inovação do Turismo a ser útil para as empresas e para os destinos e garantir que o programa Valorizar continua a abrir o mapa de Portugal como destino turístico”.

Luís Araújo, Turismo de Portugal (maio 2018)

“O turismo, uma das principais atividades da economia portuguesa, contribui de forma relevante para a criação de riqueza, geração de emprego e reforço da coesão territorial, económica e social. É nesta perspetiva que o Turismo de Portugal, enquanto organismo responsável pela promoção, valorização e sustentabilidade da atividade turística, está empenhado em reforçar o papel do setor afirmando-o como um dos motores de crescimento da economia portuguesa.

Assim, é importante implementar e promover ambientes favoráveis à criação e à internacionalização de novos negócios turísticos ou associados ao setor do turismo, assentes em soluções e conceitos de inovação, que, a longo prazo, garantam a sustentabilidade do setor.

É com este objetivo que, em parceria com algumas das mais relevantes empresas nacionais e internacionais, o Turismo de Portugal lançou, no final de setembro e no âmbito do “Turismo 4.0”, o Centro de Inovação do Turismo (NEST), cuja missão é promover a inovação na cadeia de valor do turismo, apoiando o desenvolvimento de novas ideias de negócio, o desenvolvimento e experimentação de projetos e a capacitação das empresas no domínio da inovação e da economia digital”.

Pedro Costa Ferreira, APAVT (dezembro 2016)

“Ui!… o que ficou por dizer? Na realidade, talvez não tanto.

Afinal, era efectivamente prematuro não encarar uma nova candidatura a terceiro mandato da APAVT, como a Ambitur fez questão de frisar, abordando o período eleitoral que se seguiria.

Reli todos os argumentos que, na altura, apresentei para não me candidatar, e todos me pareceram razoáveis – nenhum está, por assim dizer, desactualizado.

Mas sim, o futuro não é minimamente previsível, e a verdade é que simplesmente se colocaram novos factos no meu caminho, novos factos que me fizeram admitir manter-me na APAVT. Depois, do processo eleitoral, saiu que o sector, ele próprio, me quis na liderança por mais três anos.

Fica, por isso, marcada uma entrevista para o final de 2020… poderão voltar a fazer a mesma pergunta!…

Em segundo lugar, perguntou-me o Ambitur sobre a viagem que eu ainda não tinha feito. Respondi «Índia».
Pois bem, fi-la este ano!…. tinha razão, é absolutamente indispensável, sobretudo para quem, gostando de viajar, continue à procura dele próprio!…

Finalmente, quanto à minha fase de empresário, continuo a gostar e a apoiar, em cada projecto, gente mais nova!

Foi com um sorriso nos lábios que reli a entrevista. Foi das entrevistas mais agradáveis que realizei”.

Claudio Santos, Amadeus Portugal (junho 2018)

“Parabenizo a Ambitur pelos serviços prestados a indústria do Turismo nos últimos 28 anos. Em um dos momentos mais transformadores de sempre na nossa indústria, o papel daqueles que levam informação relevante e isenta aos leitores é, sem dúvida, ainda mais importante que o habitual”.

 

 

Cristina Siza Vieira, AHP (maio 2016)

“Quando falámos, em 2016, o Turismo estava a dar o salto para o excelente momento que estamos a viver. A par do sucesso do setor, é com grande orgulho que também, na AHP, temos vindo a assistir ao crescimento da associação, quer em número de associados, quer em intervenções públicas e políticas, quer nos 3 grandes projetos em que estamos envolvidos: Programa HOSPES; AHP Hotel Academy (Formação) e Click2Portugal.
São 3 projetos dos quais muito nos orgulhamos. O Programa HOSPES [Programa Corporativo de Responsabilidade Social e Sustentabilidade Ambiental] comemora, em 2018, 5 anos. Esta rede colaborativa assente na AHP e sustentada no triângulo hotelaria/instituições/comunidade tem conseguido promover a importância da adoção de práticas ambientalmente sustentáveis e socialmente responsáveis, não apenas dentro do setor hoteleiro, como na sociedade em geral, constituindo uma verdadeira bandeira de goodwill na relação entre turismo e sociedade.

Também a Formação tem sido uma das grandes apostas da AHP, temos investido muito em formação gratuita para os nossos associados, porque acreditamos que investir na capacitação e profissionalização das pessoas promove a excelência do serviço na Hotelaria.

Por último, o nosso mais recente projeto, lançado há pouco mais de uma semana, o CLICK2PORTUGAL traz à hotelaria portuguesa a possibilidade de agregar toda a oferta através de uma “porta de entrada comum” e promover as reservas diretamente com os empreendimentos. Com tudo isto, só podemos estar orgulhosos”.

Desidério Silva, ex-presidente da Região de Turismo do Algarve (abril 2017)

“Tudo o que nós fomos capazes de fazer tem que ser muito apoiado pelas estruturas governamentais, que não podem ver o Algarve só como um destino de verão mas um Algarve todo o ano, esse sempre foi o meu objetivo. E quando saí, obviamente, que os indicadores tinham realmente tido uma evolução muito positiva. Os desafios passam muito por aquilo que somos capazes de fazer e aquilo que for, cada vez mais, o apoio na diversidade, naquilo que é a nossa oferta cada vez mais genuína e natural.

Agora há outras questões que têm que ver com infraestruturas, a questão do hospital central, a questão da linha férrea e das acessibilidades. Tudo isso faz parte das exigências que estão sempre na linha da frente. Mas se nós não qualificarmos o território, para termos uma oferta diferenciada, onde aquilo que é a nossa identidade sobressaia, obviamente que é mais difícil que o Algarve sobreviva neste contexto de oferta mundial, onde obviamente todos procuram reforçar a sua marca.

Nós só nos afirmamos por aquilo que formos capazes de oferecer, por aquilo que formos capazes de pôr à disposição de quem nos visita. E particularmente sermos capazes de investir na promoção nos mercados emissores, mostrando que o Algarve não é tão barato quanto esses destinos mas que tem uma qualidade superior. Tem mais segurança e as pessoas têm outra forma de receber. Nós temos que nos identificar, reforçar a nossa marca, não por preços mas sim por oferta e qualidade. Esse tem que ser um investimento feito, principalmente, nos mercados emissores e demonstrar que somos capazes de receber cada vez melhor.”

Eduardo Cabrita, MSC (novembro/ dezembro 2017)

“Terminámos 2017 como líderes de mercado no mercado português pelo quinto ano consecutivo, este ano vamos também continuar com um crescimento a dois dígitos, e pelos números que temos até hoje acredito que possamos ter, eventualmente, o maior crescimento que alguma vez tivemos na MSC Cruzeiros Portugal, à excepção do primeiro ano em que passámos de GSA para escritório próprio em Portugal”.

Francisco Teixeira, Melair (abril 2018)

“A indústria de cruzeiros está novamente numa fase de expansão muito acentuada, e por isso, a área de negócio a que me dedico exigirá de mim a capacidade de adaptar a realidades comerciais muito mais dinâmicas e globais. É por isso que me sinto realizado, e também, pertencer á geração que acompanhou as várias fases de crescimento desta indústria.

A relação com o trade em geral é algo que me estimula, e o fato de trabalhar companhias de cruzeiros referência no seu segmento, permite-me no dia-a-dia uma relação com o trade sempre com uma atitude positiva e com muita satisfação pessoal ao final do dia.

Na indústria de cruzeiros, todos cremos que o produto que comercializamos é de boa qualidade, e que cada vez mais portugueses mostram interesse em viajar por navio. Este fato ajuda e entusiasma-me a cada dia de trabalho, pois permite uma relação com os agentes de viagens sempre de forma interessada, e que devido à sua complexidade, a nossa mensagem é recebida com importância e interesse”.

José Lopes, easyJet (julho/agosto 2018)

“A celebrar 20 anos de atividade em Portugal, a easyJet está a crescer e irá continuar a apostar estrategicamente neste mercado. Consideramos que viemos desbloquear o mercado português através de uma oferta eficiente e com muita qualidade, mas não queremos ficar por aqui. Iremos manter o nosso crescimento a dois dígitos no próximo inverno no aeroporto do Porto e de Faro e o nosso interesse em trabalhar com pessoas talentosas que nos inspirem a querer sempre mais e melhor.

O nosso objetivo é tornar a presença da easyJet cada vez mais relevante para o país, porque acreditamos no enorme potencial turístico no país e estamos convictos de que teremos um futuro risonho. Hoje, empregamos mais de 300 pessoas, mas queremos ser muitos mais. Vamos continuar a colocar Portugal no mapa”.

Marta Sousa Pires, Bensaude Turismo (setembro 2015)

“Nestes últimos anos a procura turística pelos Açores tem vivido um crescimento exponencial alavancado pelas novas companhias aéreas que voam para o destino principalmente desde Portugal e EUA. Este crescimento permitiu o desenvolvimento de novos projetos inovadores e de qualidade superior ao nível do alojamento, restauração e atividades turísticas. No nosso caso alargámos a nossa coleção, reabrimos um Hotel com um novo conceito/ marca, Neat Hotels, que responde à procura pela simplicidade, pelo moderno e pela competitividade e também remodelámos e reclassificámos um Hotel para 5 estrelas, o Grand Hotel Açores Atlântico, que responde mais à procura pelo requinte e pelo serviço. Relançámos igualmente o Rent a Car com uma marca mais jovem e que transmite a nossa especialidade sobre os Açores, Wayzor. Este crescimento rápido do turismo fortaleceu o sentimento regional na necessidade de manter as Ilhas sustentáveis ambientalmente a longo prazo e incentivou ao desenvolvimento de um programa único no país que assenta na certificação ambiental do destino pela Earth Check, numa colaboração conjunta entre entidades publicas e privadas assente em indicadores de performance de sustentabilidade quantificáveis e monitorizados. Os desafios na hotelaria e nas outras atividades turísticas mantêm-se do lado do serviço, com a necessidade de reforço na formação. Do lado do destino, os desafios mantém-se na promoção para consolidar uma procura que prevaleça a qualidade a longo prazo e na preocupação pela sustentabilidade, principal motor diferenciador dos Açores”.

Nuno Mateus, Solférias (abril 2016)

“Continuamos com os mesmos princípios, não houve muitas mudanças…

A criatividade é a alma do operador. E temos toda a programação alavancada no know how da equipa.
O que temos a acrescentar é os novos desenvolvimentos tecnológicos. Hoje não há capacidade de resposta sem uma boa base tecnológica.

Queremos continuar a crescer e a aumentar o nosso portfólio”.

Paula Canada, TAP Portugal (setembro 2017)

“Olhando para a entrevista é com imenso prazer que sinto que percorremos o caminho que na altura se estava a desenhar.

Continuamos na nossa estratégia de promoção de Portugal e estamos prestes a realizar novamente o nosso evento Taste the Stars em Nova York e outro em S. Paulo, depois do êxito obtido em 2017. Estes eventos terão, uma vez mais, com a colaboração dos nossos chefs e de muitos produtores portugueses, uma homenagem ao que de melhor se faz em Portugal nas áreas da gastronomia e têxtil e será uma forma única de mostrá-los ao mundo. Este ano teremos uma parceria muito importante com a Portugal Foods em NYC e com a AEP no evento de S.Paulo, uma prova de que, unindo esforços, seremos mais eficazes.

Estamos também a lançar o Fresh from Portugal, o novo conceito para as nossas refeições de médio curso, produtos saudáveis, frescos, e uma vez mais baseados nos produtos da nossa terra.

O crescimento para os EUA é já uma realidade, com planos de expansão para o verão do próximo ano e muito alavancado pelo Portugal Stopover que é hoje já uma referência a nível internacional e uma forte arma de vendas, quer nos EUA quer no Brasil. Mas o crescimento não se fará apenas na América do Norte, teremos também muitas surpresas, tendo já sido anunciadas 3 dessas novas rotas para o próximo verão, Telavive, Dublin e Basileia.

Este crescimento só vai ser possível pela introdução de um conjunto de novos aviões na frota TAP, destacando pela novidade os A330 neo em que seremos a primeira companhia do mundo a operá-los. São aeronaves ultra modernas do ponto de vista tecnológico, com grandes benefícios para o ambiente mas que, em paralelo, irão proporcionar aos nossos clientes uma viagem com todo o conforto.

Concluímos também a mudança da marca de TAP Portugal para Air Portugal, um passo importante para a nossa estratégia de internacionalização.

Por fim, uma referência à conclusão com êxito da implementação do NPS, que é hoje em dia o mecanismo que nos permite avaliar, com um elevado índice de confiança, o que entregamos ao nosso cliente. E porque, só conhecendo o nosso cliente é que conseguimos ir ao encontro das suas necessidades, estamos a percorrer um longo caminho nesse sentido de modo a melhorarmos esse conhecimento, permitindo-nos assim chegar mais perto dele e melhorar a sua experiência connosco”.

Pedro Machado, Turismo Centro de Portugal (março 2016)

“O Turismo na região Centro de Portugal cresceu, nos últimos anos, a taxas históricas, ultrapassando a média nacional. Pela primeira vez, a TCP estruturou a sua ação numa estratégia clara, orientada para resultados objetivos e partilhados pelo território, e desenvolveu uma marca e um posicionamento comunicacional sólido e consequente. Lançou, igualmente, projetos próprios, e em parceria, com resultados visíveis: Fórum Vê Portugal, Lugares Património Mundial do Centro, Concursos de Empreendedorismo, entre outros. Houve uma evolução do número de alojamento turístico e da capacidade na região Centro nos últimos anos. Isto, independentemente, dos obstáculos e desafios que se colocam à ação da TCP, nomeadamente, cortes sucessivos no Orçamento de Estado ou a permanente ameaça à autonomia das Entidades Regionais Turismo.

No período de 2013 a 2018 foi desenvolvido o Plano de Marketing da TCP, e os seus principais vetores de intervenção; apostou-se no rebranding da marca Centro de Portugal; fomos, entre muitos outros reconhecimentos, “Melhor Stand Nacional 2015”, na Bolsa Turismo Lisboa, “Melhor Região Turismo Nacional 2015” no Publituris Portugal Travel Awards, Grand Prix CIFFT 2017 (com o nosso spot promocional “Turismo Centro Portugal – Preferred Destination ECTAA 2017”), “Prémio Reconhecimento 2018 – Portugal Trade Awards Publituris” e “Melhor Entidade Regional Turismo 2018” nos Prémios AHRESP. Estamos felizes, mas não satisfeitos. Queremos consolidar, mas também inovar. Queremos mais, mas, especialmente, queremos melhor”.

Raul Martins, AHP/ Altis Hotels (outubro 2016)

“Há 2 anos quando falei convosco, a AHP tinha vários temas em agenda e alguns objetivos. Um dos objetivos passava por crescer em número de associados, o que temos conseguido com um crescimento médio anual de 8%.

Entretanto concretizámos a alteração dos estatutos da CTP, no sentido de que o número de votos passe a ter em conta a dimensão das associações. Esta alteração entrará em vigor em 2019.

Estamos, também, a finalizar uma proposta de alteração do Regime Jurídico dos Empreendimentos Turísticos (RJET), de forma a enquadrar as novas formas de hotelaria, como os hostels e o alojamento local coletivo.
Para o Orçamento de Estado do próximo ano, a AHP propôs a reintrodução da afetação aos municípios do “IVA turístico”, conforme consta do programa do governo, à semelhança do ocorrido na Lei do OE 87 e vigente até 1995, determinando a afetação aos municípios de parte das receitas do IVA turístico gerado na respetiva área territorial. Aliás, já não é a primeira vez que a AHP fala neste tema, que ligámos anteriormente à taxa turística.
Outro dos objetivos passava por melhorar a qualidade da nossa oferta, não só a nível de instalações, mas também de serviço. Essa meta tem vindo a ser alcançada, tendo, nos dois últimos anos, crescido na taxa de ocupação, mais 6 p.p., e em preço (+17%), mas é urgente conseguir estadias mais longas. E a AHP através do CLICK2PORTUGAL pode criar condições especiais para esse objetivo.

Finalmente, um dos temas prioritários da agenda da AHP tem passado pelos constrangimentos ao nível da capacidade aeroportuária de Lisboa, que são uma realidade e que influenciam todo o país. Sabemos que a decisão sobre o novo aeroporto está para breve, mas nos próximos 4 anos a oferta hoteleira vai aumentar na região de Lisboa e existir uma redução de turistas, pelo que têm de existir medidas compensatórias, como a criação de incentivos para as low-cost e os tour operators por forma a que os outros aeroportos de Portugal aumentem o seu tráfego. Se nada for feito 2019 e 2020 serão dois anos difíceis, pois a ocupação irá descer”.

Vítor Filipe, TQ Travel (novembro/dezembro 2015)

“No ano passado, em Julho, assinalei 50 anos de carreira no Turismo. Como podem advinhar assisti a muitas mudanças ao longo destas cinco décadas: empresas e pessoas que desapareceram, gigantes empresariais que nasceram, o surgimento da tecnologia, a vulgarização do fenómeno das viagens, as mudanças de paradigma, entre muitas outras. O tempo que distancia a entrevista dada na altura e o agora é, como imaginam, muito pouco num contexto de tantos anos de carreira. Contudo, orgulho-me do mandato que realizei á frente dos destinos da GO4TRAVEL, onde atingimos todos os objectivos, nomeadamente o melhoramento da contratação com os nossos fornecedores, o aumento do número de acionistas e também a realização da 1.ª Convenção Nacional, num formato profissional elogiado por todos.

Já em termos da TQ, destaco a entrada do Fernando Mendes como acionista, o que se revelou uma mais-valia, em especial no segmento dos Grupos e Incentivos, e que afirmou a empresa como uma referência incontornável no setor. E neste tempo não ficámos parados e continuámos a inovar, lançando novos departamentos, como é o caso do Pharma e do Turismo Temático, e apostámos na contratação de quadros técnicos especializados.

Muitos parabéns para a AMBITUR”.

Este artigo foi publicado na edição 315 da Ambitur.