AHETA saúda acções de fiscalização à oferta paralela e alojamento local

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A AHETA defende há muito a necessidade de uma intervenção adequada das autoridades competentes, visando a fiscalização e o controlo do alojamento não licenciado. A associação saúda as acções de fiscalização que a Autoridade Tributária vem desenvolvendo em todo o País, com especial destaque para o Algarve.Segundo a AHETA, &a exploração ilegal deste tipo de alojamento, constituído por apartamentos e moradias particulares de propriedade privada, localizado fora dos empreendimentos turísticos classificados ou registados oficialmente, gera uma concorrência desleal que se tem vindo a avolumar nos últimos anos, atingindo uma dimensão que não é fácil quantificar&.Em comunicado, a AHETA acrescenta que &as imposições legaisdo passado, demasiado centradas na oferta hoteleira tradicional, impediam oregisto oficial deste alojamento, tendo contribuído, decisivamente, para queesta oferta tenha proliferado sem qualquer controlo. Por outro lado, atotalausência de fiscalização por parte das entidades competentes, incentivouaprática de uma actividade económica ilegal, com nítido prejuízo para asempresaslegalizadas e cumpridoras&.A associação& esperaque estasacçõestenham continuidade, e apela às entidades competentes,nomeadamente aoGoverno,para implementar medidas mais activas, firmes eempenhadas tendo emvistaesbater um dos fenómenos que mais tem contribuídopara a perda decompetitividade do sector hoteleiro e turístico do Algarve.