As Escolhas de… Maria João

As Escolhas de… Maria João

Personalidade incontornável da música portuguesa, Maria João nasceu no dia 27 de junho de 1956, filha de mãe moçambicana e pai português. Da sua infância ficam os tempos distantes de rebeldia em África. O desporto mudou-lhe a vida: foi uma das primeiras mulheres a tornar-se nadadora-salvadora no início dos anos 80. Da natação passou para o ioga, descobriu o judo e o karaté até encantar-se pelo Aikido, que lhe valeu um cintarão negro.

Mulher de muitos ofícios, é mãe, vegetariana, ativista pelos direitos dos animais e música. Sem aviso prévio, a música chegou já depois dos 20 anos e foi dos palcos que fez a sua casa. Descubra As Escolhas da cantora para a Ambitur…

Melhor Hotel Português… “Palácio Congress Hotel & Spa, no Porto.” A unidade cinco estrelas pertence ao

Palácio Congress Hotel & Spa

portfólio SHotels. Além dos 251 quartos, tem também três restaurantes, um lobby bar, um vip lounge – bar lounge, um centro de congressos, um food court para eventos, spa e health club.

Melhor Hotel no Estrangeiro… “Polana Serena Hotel, em Maputo (Moçambique).” O Polana Serena Hotel, também conhecido por “Grande Dama de África”, conta com mais de 95 anos de história. Os 142 quartos e todas as suas facilidade fazem deste hotel passagem obrigatória para personalidades de renome como Marcelo Rebelo de Sousa.

Melhor Restaurante em Portugal… “Furnas do Guincho, em Cascais.” A localização privilegiada, a carta –

Furnas do Guincho

Paelha de Marisco, Caldeirada à Furnas, Cataplana de Polvo com Batata-doce, entre outros – e o ambiente fazem deste espaço uma paragem obrigatória.

Melhor Restaurante no Estrangeiro… “Ráscal, em São Paulo (Brasil). De modo geral, todos os que sirvam comida veggie ou peixe magnífico.”

Um filme memorável… “«Magnólia», de Paul Thomas Anderson.” A trama de 2000 junta Tom Cruise, Jason Robards e Julianne Moore num filme onde os personagens estão interligados pelo acaso.

Livro a não perder… “«Terra Sonâmbula», de Mia Couto.” O primeiro romance do escritor moçambicano desenrola-se em Moçambique na década de 90, um país devastado pela guerra.

Uma música que a tenha marcado… “Toda a música que tenho a felicidade de cantar marca-me profundamente para sempre.”

Artista/compositor preferido… “São vários. Tantos que é impossível escolher um, por isso escolho-me a mim orgulhosamente. É um privilégio e uma felicidade ser música. Tento sempre ser o melhor que posso ser. Não conseguiria respirar se não pudesse cantar.

Praia da sua eleição… “Praia do Guincho, em Cascais.”

A melhor cidade do mundo… “Lisboa.”

A última viagem que fez… “Tenho a sorte de cantar pelo mundo e são muitas as viagens que faço anualmente. A última, foi ao Brasil para os concertos de lançamento do meu disco ‘A Poesia de Aldir Blanc’, comissionado pelo Sesc e apresentado quatro vezes em São Paulo”.

A próxima viagem que fará… “Argentina e Brasil para concertos com o Guinga”.

O que nunca se esquece de levar consigo quando viaja… “A mala com a minha aparelhagem, outra com as minhas roupas e sandálias mais bonitas para cantar, uma malinha com os creme de rosto e corpo, shampoo, creme hidratante, duas escovas de dentes e duas pastas dentífricas, ténis para correr, fato de banho, touca e óculos para nadar, o meu iPad e iPhone e o meu bilhete de regresso.”

Este artigo foi publicado na edição 310 da Ambitur.