Estudo da Intrum revela que portugueses estão a poupar mais para viajar

Estudo da Intrum revela que portugueses estão a poupar mais para viajar

No dia em que se comemora o Dia Mundial do Turismo, a Intrum procurou perceber os principais motivos de poupança dos portugueses. O European Payment Consumer Report, estudo da Intrum, revelou que viajar é o segundo maior motivo de poupança para os portugueses (42%), valor superior à média europeia que se situou nos 40%. O principal motivo, tanto para os portugueses (76%) como para os restantes inquiridos europeus (67%) é a poupança para despesas inesperadas.

Poupar para despesas inesperadas e para viajar são os dois principais motivos de poupança para os portugueses ao longo dos últimos quatro anos, revela o estudo da Intrum.

Apesar de 36% dos portugueses afirmar que a sua situação financeira melhorou, o estudo da Intrum demonstrou que, 59% dos portugueses consegue poupar dinheiro mensalmente, valor similar à média europeia. O estudo revela ainda que os portugueses inquiridos conseguem poupar em média 193 euros por mês, valor substancialmente superior ao do ano passado que foi de 80€. A poupança média mensal dos europeus inquiridos é de 255 euros.

Comprar uma viagem a crédito, com um plano de pagamentos ou pedindo dinheiro emprestado, não são opções do agrado da maioria dos portugueses. O último European Payment Consumer revela que apenas 16% dos inquiridos concorda com este método e 66% diz que discorda, valores estes muito alinhados com a média europeia que é de 16% e 64% respetivamente.

Para Luís Salvaterra, diretor-geral da Intrum Portugal, “os portugueses, cada vez mais, poupam dinheiro para situações inesperadas do dia-a-dia, mas também se preocupam com o seu bem-estar físico e psicológico e por isso mesmo, viajar é um dos maiores motivos de poupança tanto para os portugueses como para os restantes países inquiridos neste estudo da Intrum. Neste dia Mundial do Turismo, é importante salientar que saber gerir as poupanças e criar prioridades de pagamento são medidas essenciais para evitar constrangimentos financeiros nos orçamentos familiares”.