Facilitação de vistos pode criar 2,6 milhões de novos postos de trabalho nas economias da APEC

Categoria Advisor, Política

Um novo relatório elaborado pela Organização Mundialdo Turismo (OMT) e o Conselho Mundial de Viagens e Turismo (CMVT) mostra que afacilitação dos vistos podia criar até 2,6 milhões de novospostos de trabalhonas economias do Fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico(APEC) até 2016. Orelatório foi apresentado&durante o “Diálogo político sobrefacilitação em viagens”, organizado pela APEC, emBali, na Indonésia, no dia 1de Outubro. Intitulado “The Impact of Visa Facilitation in APECEconomies”, o&documento indica que, ainda que tenha havido uma boacolaboraçãoentre os países da região da APEC e se tenham registado avanços noque se refereà facilitação dos vistos nos últimos anos, ainda existem importantes áreas onde épossível criar oportunidades. Agilizar o processamento de vistos para osturistas internacionais poderia criar até 2,6 milhões de novos postos detrabalho em economias da APEC até 2016 e gerar maisde 89 mil milhões dedólares em receitas de turismo internacional. De acordo com este relatório, &as actuais politicas fazem com que, do número total das chegadas de turistas aos países do Fórum de Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC) previsto para o período 2014-2016, 21% tenham que pedir um visto tradicional antes de partirem. Na sua intervenção, Taleb Rifai, pediu aos líderes da APEC queexplorem asoportunidades da racionalização de vistos. “Este relatório mostraclaramente quefazer da facilitação de vistos uma prioridade nacional podegerar benefícioseconómicos significativos para a receita e empregos derivadado crescimento daprocura turística”. David Scowsill, presidente e CEO do CMVT afirmou:”Promover a liberdade de viajar é uma prioridade estratégica para o CMVT. É umpasso simples para os governos, que cria empregos, crescimento económico ebenefícios sociais incalculáveis. Este relatório revela pela primeira vez aoportunidade específica que se abre às economias da APEC e é preciso que osGovernos da região o levem a sério”.