Golfe marca retoma da atividade económica e social no Algarve

Golfe marca retoma da atividade económica e social no Algarve

Categoria Business, Golfe

Os campos de golfe do Algarve estão de regresso à atividade desde o início do mês, refere a Região de Turismo do Algarve em comunicado. Numa altura que corresponderia ao pico da procura pela modalidade, os campos do Algarve reabrem assim com condições plenas de segurança para os praticantes e funcionários das instalações desportivas. Garantia disso é o “cumprimento, por cada campo, das linhas orientadoras definidas no plano da Federação Portuguesa de Golfe para a reabertura do negócio”, afirma a entidade regional.

Para o presidente do Turismo do Algarve, João Fernandes, “este é um sinal do esforço da indústria do golfe da região, e da sua resiliência, em acompanhar a exigente dinâmica que a situação de pandemia criou desde que foi decretada. Seguindo as recomendações da Federação, do Conselho Nacional da Indústria do Golfe e da Direção-Geral de Saúde, passamos a mensagem de que é possível voltar a jogar com confiança nos nossos campos, que em 2019 contabilizaram mais de um milhão de voltas”.

Mas o golfe não é o único exemplo da retoma da atividade económica e social no Algarve. Aos poucos, a região vai saindo do confinamento imposto pela pandemia e já se veem marinas e empresas de rent-a-car a funcionar. Este mês, “33% das unidades hoteleiras também já estão abertas, subindo a percentagem para os 75% em junho”, segundo um inquérito realizado pelo Turismo do Algarve. A estes juntam-se os “restaurantes, que reabriram as portas no início desta semana, os parques de campismo, as áreas de serviço de autocaravanas e ainda os mercados e feiras”, polos habituais de atração no Algarve pela “qualidade dos produtos e pelo típico ritual da compra de proximidade aos vendedores locais”, diz a entidade regional.

“A retoma é naturalmente lenta, até porque temos de estar em cumprimento de um conjunto de normas que permitam reativar os negócios de forma responsável. Mas com o anunciado arranque da época balnear a 6 de junho, fator importante pelo óbvio impacto do produto Sol e Mar no Algarve, e com o esperado restabelecimento da liberdade de circulação no espaço Schengen há esperança de alguma vitalidade para o setor do turismo algarvio ainda este ano”, refere João Fernandes.

Foto: Hélio Ramos