Iberostar chega a Portugal: “Lisboa não podia faltar”

Desde 11 de outubro que o novo Iberostar Lisboa está de portas abertas, o primeiro hotel da cadeia Iberostar Hotels & Resorts em Portugal, que se insere numa estratégia de expansão do grupo ao nível dos hotéis urbanos e citadinos. A nova unidade representa um investimento global de 35 milhões de euros, por parte do proprietário, o empresário Fernando Teles, sendo a que a gestão fica à responsabilidade do grupo espanhol.

Numa apresentação à imprensa que decorreu esta terça-feira, dia 31 de outubro, Imaculada Muñoz, general manager do Iberostar Lisboa, explicou que o grupo espanhol está a apostar nos hotéis urbanos onde conta já com cidades como Budapeste, Miami, Nova Iorque, Madrid e agora Lisboa. Nos próximos tempos, a cadeia que nasceu em Palma de Maiorca, em Espanha, pretende abrir novos hotéis em Madrid, Barcelona e Lima, no Perú. Em Portugal, o grupo espera continuar a expandir-se, nomeadamente na cidade do Porto.

“Lisboa não podia faltar”, assegurou a responsável, que faz um balanço “muito positivo” destas primeiras semanas em comercialização. Até agora, o Iberostar Lisboa já atingiu uma taxa de ocupação média de 75%, valor que os responsáveis pela unidade querem consolidar ao longo do primeiro ano de operação. O preço médio do quarto standard pode começa nos 140 euros por noite.

Localizado na Rua Castilho, perto da Praça Marquês de Pombal, em Lisboa, conta com 166 quartos, entre uma Royal Suite, que pode custar cerca de três mil euros por noite, duas suites, oito Júnior Suites, 153 quartos duplos e dois quartos de mobilidade reduzida.

A nova unidade hoteleira de cinco estrelas conta ainda com uma piscina exterior aquecida e outra interior, um spa, sete salas de reuniões, na sua maioria com luz natural, o restaurante Luz, com esplanada exterior e com a assinatura do Chef Jorge Fernandes, e o lobby bar Boalma.

Luís García, diretor de vendas, explicou que o Iberostar Lisboa quer atrair sobretudo um público do segmentos de lazer, corporativo e eventos. Nesta primeira fase, os principais mercados têm sido o espanhol, seguido pelo português, inglês, francês, alemão, norte-americano e brasileiro.

Todo o hotel prima pela sua luminosidade e por uma grande aposta nos quartos que saem beneficiados pela vista que têm para a rotunda do Marquês de Pombal, Avenida da Liberdade e Parque Eduardo VII.

A decoração dos diferentes espaços do novo hotel é da assinatura de Renata Laranjo e a arquitetura à responsabilidade do gabinete Capinha Lopes.

Ricardo Ramos Gonçalves