Lisboa: Average e RevPar com indicadores positivos em setembro

Lisboa: Average e RevPar com indicadores positivos em setembro

Em setembro, as unidades de cinco estrelas foram as únicas a registar uma variação positiva (0,3%) na Ocupação Média por Quarto, face ao período homólogo de 2015, segundo refere o Observatório do Turismo de Lisboa. No acumulado de janeiro a setembro, as unidades de três estrelas registaram uma variação positiva de 0,2%, com um valor médio de 80,36%, quando comparado com o período homólogo de 2015.

O Preço Médio por Quarto Vendido (Average) fixou-se nos 102,41 euros, com as unidades de três estrelas a registarem a maior taxa de crescimento (8,2% cento para 72,42 euros). Já o Preço Médio por Quarto Disponível (RevPar) possui todos os indicadores com valores positivos, com as unidades de três estrelas a destacarem-se com uma taxa de variação de 6,7%, com um valor de 68,31 euros.

O acumulado de janeiro a setembro registou subidas em todas as unidades, alcançando um valor total médio de 69,79 euros face aos 65,81 euros registados em 2015, o que se traduz numa variação positiva de 6%.

Os dados hoje divulgados revelam que, em setembro, apenas as unidades hoteleiras de cinco estrelas registaram uma taxa da variação positiva na Ocupação Média por Quarto na Região de Lisboa, com 0,3% e um valor total médio de 84,30%, face ao mesmo período homólogo de 2015. Já no acumulado de janeiro a setembro, o valor médio alcançado é de 75,13%, o que se traduz numa variação positiva de 0,7% face ao mesmo período homólogo.

No Preço Médio por Quarto Vendido (Average), o aumento em todas as categorias das unidades hoteleiras traduz-se em 100,26 euros e uma variação positiva de 5,8%. Neste indicador, as unidades de três estrelas foram as que mais
se destacaram com uma variação de 9,3%, que se traduz em 71,83 euros.

O RevPar apresenta valores positivos em todas as unidades hoteleiras com as unidades de três estrelas a alcançarem o aumento mais elevado (+8,9%). O Preço Médio por Quarto Disponível fixou-se em 90,82 euros, ou seja, mais 5,3% face ao período homólogo do ano anterior.

Golfe: portugueses na liderança
No mês de agosto foram realizadas 18.605 voltas de não-sócios nos campos de golfe da Região de Lisboa, onde os portugueses continuam com uma posição de destaque e a dominar a liderança com 6.866 voltas, seguidos de
perto pelos ingleses que realizaram 4.546 voltas e em terceiro lugar pelos escandinavos, com 2790 voltas. Neste período, realizou-se uma média de 64,9 voltas por dia, o que significa um crescimento de 1,3% face ao período
homólogo do ano anterior, com os sócios a registarem uma subida de 26,8% e uma média de 25 voltas por dia. Já no acumulado de janeiro a setembro, registou-se uma subida de 4,3% nas voltas realizadas por dia.

Cruzeiros: crescimento
Durante o mês de setembro, o Porto de Lisboa recebeu 48 navios, face aos 46 registados em 2015, o que se traduz numa variação positiva de 4,3% face ao período homólogo. Neste mês, foram registados 87.178 passageiros, sendo que se verificou um aumento de 25,2% de passageiros em turnaround e um decréscimo de 8,3% em trânsito. O acumulado de janeiro a setembro regista crescimento, com 223 navios em 2016 face a 215 ao mesmo período de 2015, o que representa uma variação positiva de 3,7%.

Tax free Shopping: chineses lideram compras
O mercado da China continua a deter o maior poder de compra durante o mês de setembro, com os valores médios a registar os 666 euros, seguidos pelos Estados Unidos, com um valor médio de compras de 557 euros e por Angola, com 292 euros. O valor de compra média registado durante o mês de setembro é de 312 euros, o que se traduz num decréscimo de 5%, face ao período homólogo registado em 2015.

Quanto ao peso do mercado, e também seguindo uma tendência que se tem registado nos últimos meses, Angola continua a destacar-se com 38%, seguida da China com 16% e do Brasil com 15%. Mantendo o registo que se fez sentir em meses anteriores, na variação total de compras face ao período homólogo de 2015, apenas o mercado dos EUA registou valores positivos, com 32%.