A Marriott International apresentou resultados positivos no primeiro trimestre de 2026, com um crescimento global de 4,2% no RevPAR (receita por quarto disponível), impulsionado pela evolução das tarifas médias e pela taxa de ocupação.
Nos mercados dos Estados Unidos e Canadá, o crescimento foi de 4%, enquanto os mercados internacionais registaram uma subida de 4,6%.
No período em análise, a empresa registou um lucro líquido de 648 milhões de dólares, enquanto o resultado líquido ajustado atingiu 726 milhões de dólares. O EBITDA ajustado fixou-se em 1,398 mil milhões de dólares, representando um aumento de 15% face ao mesmo período de 2025.
Durante o trimestre, a Marriott adicionou cerca de 15.900 quartos líquidos à sua operação global, elevando para 5% o crescimento da oferta face ao final do primeiro trimestre do ano passado. No final de março, o grupo contava com mais de 9.900 hotéis e cerca de 1,8 milhões de quartos em operação a nível mundial.
A carteira de desenvolvimento da companhia atingiu também um novo máximo, com mais de 4.100 projetos e cerca de 618 mil quartos em pipeline.
Relativamente às perspetivas para o resto do ano, a Marriott prevê que o RevPAR global cresça entre 2% e 3% em 2026, mantendo igualmente a expectativa de crescimento líquido de quartos entre 4,5% e 5%.
A empresa refere, contudo, que estas perspetivas assumem a continuação do impacto do conflito no Médio Oriente e das perturbações nas viagens na região até ao final do ano. A projeção não inclui ainda eventuais impactos decorrentes da renegociação dos cartões de crédito co-branded nos Estados Unidos, processo que continua em curso.
Segundo Anthony Capuano, presidente e CEO da Marriott International, os resultados refletem a procura contínua por viagens e a força do portefólio global de marcas da companhia.





















































