Ocupação hoteleira em Lisboa cresce no mês de março

Ocupação hoteleira em Lisboa cresce no mês de março

No passado mês de março, a ocupação média por quarto na cidade de Lisboa situou-se nos 71,35 por cento, com as unidades de três estrelas a registarem o maior valor (75,31 por cento), seguidas das unidades de quatro estrelas (74,84 por cento). Quando comparado com o período homólogo de 2015, registou-se um aumento de ocupação em todas as unidades na ocupação por quarto na casa dos 3%. Os dados do Observatório do Turismo de Lisboa, revelam que, no que respeita ao Revpar, houve um aumento de 14,4 por cento, o que se traduz em 56,56 euros, em 2016. Também no acumulado de janeiro a março, todas as unidades hoteleiras apresentaram um crescimento face a 2015, com um preço médio de 45,26 euros e um aumento de 7,4 por cento.

No mesmo período, mês de março, na Região de Lisboa, apenas as unidades de cinco estrelas registaram um decréscimo de ocupação por Quarto, com 60,34 por cento face aos 61,15 por cento do período homólogo em 2015. Também o acumulado de janeiro a março acompanha a mesma tendência, com as unidades de cinco estrelas a registarem uma ocupação média de 49,73 por cento. No entanto e no que respeita ao RevPar, as unidades hoteleiras de cinco estrelas continuam a dominar a tendência positiva, registando o valor de 75,79 euros, em 2016, face aos 69,43 euros no mesmo período, em 2015. Todos os restantes indicadores e unidades hoteleiras tiveram igualmente um crescimento quando comparadas com o mesmo período do ano anterior. O acumulado de janeiro a março acompanha esta tendência, com todos os indicadores positivos. Destaque para as unidades de cinco estrelas que registaram o aumento mais significativo ao atingirem os 61,25 euros.

Também o Porto de Lisboa registou uma variação positiva com um total de dez escalas de navios cruzeiro e 14.759 passageiros. Estes dados revelam um aumento de 33% face ao período homólogo de 2015. No entanto, em trânsito estiveram ainda 14.702 passageiros, com 57 em turnaround, o que significa um decréscimo de 90,9 por cento quando comparado com os valores registados em 2015.