Ocupação média do Hotel Palácio do Governador supera os 80%

Ocupação média do Hotel Palácio do Governador supera os 80%

Categoria Alojamento, Business

Aberto em soft opening desde o passado mês de outubro, o Hotel Palácio do Governador, que será inaugurado oficialmente na próxima quinta-feira, num evento em que estarão presentes o secretário de Estado adjunto do Ministro da Economia e o presidente da Câmara de Lisboa, tem superado as expetativas do grupo Nau Hotels & Resorts.

Num encontro com a imprensa, esta manhã, em Lisboa, Pedro Almeida, presidente do conselho de administração da Nau Hotels & Resorts, afirmou que o grupo está “muito satisfeito” com a operação do cinco estrelas que, na sua opinião, veio “dar um contributo importante” à zona de Belém. “Temos neste momento o hotel cheio. Desde outubro, altura em que abrimos em soft-opening, o hotel tem-se vindo a afirmar, tendo excedido as nossas melhores expetativas”, complementou Mário Ferreira, CEO do grupo, acrescentando que a ocupação média mensal da unidade tem superado os 80%.

Procurado por mercados internacionais muito variados, como franceses, americanos, espanhóis, ingleses, etc, o Hotel Palácio do Governador tem também atraído, no que ao segmento de corporate diz respeito, o mercado nacional . “Não há semana nenhuma em que não tenhamos três ou quatro eventos”, deu conta o responsável.

Para os meses de verão, julho e agosto, a unidade conta já com uma ocupação superior a 60%. Também para o Web Summit, evento que conta trazer a Lisboa, no mês de novembro, cerca de 50 mil participantes, as expetativas são animadoras. Segundo Mário Ferreira, e à semelhança de outros grupos hoteleiro, o Nau Hotel & Resorts tem ofertas já disponíveis para este período, no entanto, adivinha-se que irá existir “muita procura de última hora”.

Com 60 quartos, salas de reuniões, SPA e piscinas interior e exteriores, o Palácio do Governador contou com um investimento de 5,5 milhões de euros. Segundo Pedro Almeida, o normal é que os grupos hoteleiros recuperem o investimento numa unidade com dois/três anos de operação. Neste caso, o grupo conta que isso aconteça um pouco “mais rápido”.

Raquel Pedrosa Loureiro