A Ambitur.pt continua a dar-lhe a conhecer um pouco melhor os profissionais que trabalham no setor hoteleiro nacional. Hoje conversamos com Diogo Lourenço, chefe de receção e Duty Manager no Pestana Cascais.
Atual cargo: chefe de receção e Duty Manager no Pestana Cascais
Data de nascimento: 16/07/1999
Local onde nasceu: Aveiro
Formação: ISCIA em Aveiro – Gestão de Alojamentos turísticos
1º emprego: Bagageiro no Douro Royal Valley
Última função antes de assumir a atual: Assistente de Direção na Pousada de Vila Real de Santo António
Qual o foco da sua função profissional: O foco da minha função profissional vai além da entrega de um serviço de excelência, passa por criar experiências que fiquem na memória de quem nos procura e, ao mesmo tempo, construir equipas que sintam orgulho no que fazem.
Acredito que a hotelaria é, acima de tudo, um negócio de pessoas para pessoas. Por isso, procuro liderar com consciência, humanismo e integridade, entendendo que cada colaborador tem a sua história, as suas motivações e os seus desafios. Quando conseguimos alinhar isso com um propósito comum, o serviço deixa de ser apenas eficiente e passa a ser genuíno.
Mais do que gerir operações, procuro influenciar pessoas, criar ambientes onde há exigência, mas também apoio; onde há rigor, mas também empatia. Porque, no fim, são essas dinâmicas que se refletem diretamente na experiência do cliente.
O que mais privilegia na vida e enquanto profissional: Na vida, privilegio o tempo e as relações. A perda da minha mãe numa fase ainda jovem trouxe-me uma consciência muito clara sobre o valor do tempo e das pessoas. Isso moldou a forma como vivo: procuro estar presente, valorizar quem está ao meu lado e não adiar o que é realmente importante.
Essa consciência acompanha-me no lado profissional. Privilegio ambientes onde existe respeito, verdade e sentido de responsabilidade para com os outros. Acredito que liderar não é apenas orientar tarefas, mas impactar pessoas — e essa responsabilidade não pode ser levada de forma leve.
Enquanto profissional, privilegio sobretudo as equipas. Um bom serviço ao cliente é sempre o reflexo de uma equipa que se sente respeitada, ouvida e envolvida. Por isso, foco-me em desenvolver pessoas, em criar confiança e em dar contexto, não apenas instruções.
No final, aquilo que procuro é simples, mas exigente: fazer bem, fazer com propósito e deixar um impacto positivo, tanto em quem trabalha comigo como em quem nos escolhe.




















































