RevPar e preço médio mantêm tendência de crescimento em maio na cidade de Lisboa

RevPar e preço médio mantêm tendência de crescimento em maio na cidade de Lisboa

Em maio, a Ocupação Média por Quarto na cidade de Lisboa situou-se nos 89,12%, com as unidades de três estrelas a destacarem-se ao atingirem os 91,57% e um crescimento de 0,2% face ao período homólogo de 2015, segundo os dados revelados pelo Observatório do Turismo de Lisboa. No Preço Médio por Quarto Vendido, todas as unidades registaram um aumento durante o mês de maio, sendo que o aumento médio foi de 9,9%, fixando-se nos 100,04 euros. Também no acumulado de janeiro a maio há um crescimento sustentado de 7% para um valor médio de 85,03 euros.

No que diz respeito ao Preço Médio por Quarto Disponível todas as unidades registaram aumentos durante o mês de maio, com uma média de taxa de variação de 8,8%, que se traduz em 89,16 euros. O acumulado de janeiro a maio acompanha esta tendência, com as unidades de três estrelas a destacarem-se com o valor mais elevado de taxa de variação (7,8%) para 42,62 euros, seguidas das unidades de cinco estrelas, com uma taxa de variação de 6,3% para 84,84 euros. Verifica-se ainda um registo de crescimento em todos os indicadores, com um aumento médio de 6,2% e um preço médio de 59,17 euros.

Região de Lisboa: 3 e 5 estrelas com crescimento sustentado

Em maio, na Região de Lisboa, as unidades de três estrelas foram as que registaram o maior crescimento de Ocupação por Quarto, com 88,52% face aos 86,93% do período homólogo em 2015 e uma taxa de variação de 1,6%. No acumulado de janeiro a maio de 2016 o valor médio de todas as unidades é de 65,54%, o que representa uma subida de 0,8% face ao período omólogo de 2015, com as unidades de três e quatro estrelas a revelarem valores positivos de 68,50% e 67,31%.

No Preço Médio por Quarto Vendido registou-se um aumento em todas as categorias das unidades hoteleiras durante o mês de maio, numa média de 95,05 euros e uma variação positiva de 9,1%. Já no acumulado de janeiro a maio, todas as unidades hoteleiras registaram valores positivos quando comparadas com o período homólogo de 2015, registando um valor médio de 81,65, com uma taxa de variação positiva de 5,9%. No Preço Médio por Quarto Disponível, também todas as unidades hoteleiras registam valores positivos, assim como no acumulado de janeiro a maio, com as unidades hoteleiras de cinco estrelas a dominar a tendência e registando os valores mais elevados.

Golfe: ingleses dominam

Em maio, foram realizadas 17.017 voltas nos campos de golfe da Região de Lisboa, com os ingleses a dominarem a liderança com 5.367 voltas, seguidos pelos portugueses que realizaram 4.052 voltas. Neste período, realizou-se
uma média de 66,8 voltas por dia, registando-se uma subida dos sócios de 16,9% face ao período homólogo do ano anterior, o mesmo acontecendo com o número de voltas realizadas por dia no acumulado de janeiro-maio com 23,5 voltas face às 19,7 do período homólogo de 2015, o que representa uma variação de 19,3%.

Cruzeiros: escalas decrescem

Durante o mês de maio, o Porto de Lisboa registou um total de 41 escalas de navios cruzeiro, com um total de passageiros de 64.204, com 7.804 passageiros em turnaround e 56.400 em trânsito. Estes números revelam um ligeiro decréscimo face aos números do período homólogo de 2015, representando uma variação negativa de 16,3%, com 49 escalas, 8.284 passageiros em turnaround e 62.125 em trânsito.

Tax Free: Angola e China continuam a dominar

Os chineses e os americanos foram os que registaram valores mais altos nas compras médias em maio, atingindo os 634 euros e 570 euros, respetivamente, seguidos de Angola, com 314 euros. Relativamente ao peso no mercado, é Angola que domina, com 38%, seguida da China com 17% por cento e o Brasil com 14%.

Na variação total de compras face ao período homólogo em 2015, apenas os mercados dos EUA e de Moçambique registaram valores positivos, com 19% e 7%, respetivamente.

O valor de compra média registado durante o mês de maio é de 323 euros, o que representa um decréscimo de 9% face ao período homólogo de 2015. Também a variação total de compras face ao período homólogo decresceu, com 21%.