Rota da Terra Fria – Usufrua da liberdade agora mais do que nunca

Rota da Terra Fria – Usufrua da liberdade agora mais do que nunca

Desfrutar da Natureza em toda a sua plenitude, com toda a segurança e liberdade é o convite que a Associação de Municípios da Terra Fria do Nordeste Transmontano lhe deixa para os próximos meses. Ao longo dos cinco municípios que integram este circuito, que se prolonga por cerca de 500 km, poderá (re)visitar uma das mais belas e desconhecidas regiões de Portugal.

A Rota da Terra Fria Transmontana leva-o pelos territórios de Bragança, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e Vinhais. Uma viagem que poderá fazer de carro, de bicicleta ou mesmo a pé, e que lhe garante as condições naturais e de segurança ideais numa altura em que a confiança é a palavra-chave.

Na verdade hoje a Rota é muito mais do que apenas um circuito, constituindo-se como um produto que testemunha o que de melhor há no nordeste transmontano e que conta com os programas lançados em 2014 – Escapadinhas da Rota – que continuam a ser comercializados pelos operadores da região que se assumem como parceiros. Neste momento, as Escapadinhas de Verão são a nossa sugestão, com programas de duas noites e três dias, ou quatro noites e cinco dias, que incluem alojamento, alimentação e atividades outdoor que se revelam como verdadeiras experiências na natureza, como um passeio de barco no Douro Internacional.

A rede colaborativa criada pela Rota da Terra Fria conta já com mais de 50 agentes que se distribuem pelo alojamento, restauração e animação turística. Hoje assumem-se como preparados para enfrentar a atual situação pandémica, num esforço conjunto que reforçou a Terra Fria Transmontana como destino seguro. A maioria conta já com o selo Clean & Safe do Turismo de Portugal e a segurança é um dos ativos, muito evidenciado pelas próprias condições naturais. Estamos perante uma grande extensão de território com uma baixa densidade populacional, aldeias remotas e praias fluviais afastadas de zonas habitadas. Elementos que, até há bem pouco tempo, nem sempre eram vistos como positivos mas que atualmente são aquilo que os turistas mais procuram: calma, segurança, isolamento e a possibilidade de usufruírem da liberdade que a natureza lhes proporciona.

Este artigo foi publicado na edição 329 da Ambitur.