SET: oferta tem de adaptar-se às novas tendências da procura

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O secretário de Estado do Turismo, AdolfoMesquitaNunes, afirmou esta manhã quea competitividade no turismo comoeconomiasustentável depende em grande parteda lei da procura e da oferta. & “Aquilo que nós temos que garantir éque a nossa oferta se pode adaptar com facilidade às novas tendências da procura”,por exemplo, “um mercado que nós gostaríamos de ter muito mais, apesardeestar a crescer bastante, é o alemão, que é um mercado que tradicionalmentegosta de turismo de natureza. Enquanto nós não conseguirmos criar mais produtopara podermos oferecer nós não &vamos crescer nesse mercado”,afirmou osecretário de Estado do Turismo durante a conferência “MobilizarPortugalpara a Economia Verde”, em Lisboa. & Para Adolfo Mesquita Nunes, “as novas tendências da procura para além do sol e mar, que sempre conseguimos oferecer, é& o turismo histórico, cultural, o turismo da natureza e o aproveitamentodo território, portanto, o que eu diria é que e a forma mais eficaz& degarantirmos que conseguimos ter estacompetitividade do turismo como economiasustentável &éolharmos para a lei da oferta e da procura”. & O&responsável voltou a salientar que o turismoainda é,em Portugal, um sector da Economia com bons índices. “Geograficamentenós&competimos com três gigantes& da economiado turismo: Espanha,França e Itália, e o facto de nós estarmos a crescer mais queesses paísessignifica que temos um sector particularmente competitivo”,afirmou. & Para Adolfo Mesquita Nunes, o turismo tem hoje umpapel não só económico mas de transformação e preservação do território. “Oturismo é a forma mais eficaz e mais segura de nós perpetuarmos as nossastradições, o nosso património e a nossa cultura”,afirmou. & Nesta que foi também a cerimónia de entrega dosprémios dos Green Project Awards, o secretário de Estado do Turismo não esqueceu o segmento da natureza. “Os projectos que têm sido premiados do ponto de vista do turismo nestes prémios são um bom exemplo& de algoque eu costumo dizer: na protecção do ambiente, a legislação vai sempremaisatrás do que aquilo que é às vezes a própria dimensão da economia”. AdolfoMesquita Nunes afirmou que a lei que actualmente classifica os empreendimentos turísticos está a ser revista, porque “está demasiado rígida” . & “Se nós pudermos flexibilizar vamos poder permitir que um empreendimento turístico que está vocacionado para a protecção do ambiente não tenha que se preocupar em ter a engomaria, a lavandaria, a recepção com um determinado tipo de requisitos e possa gastar o dinheiro que ia gastar a construir tudo isso que não lhe interessa, em projectos de educação ambiental”,concluiu. & & Por Raquel Loureiro