Volta Int.: “Aeroportos devem diversificar fontes de receitas para sobreviver”

Volta Int.: “Aeroportos devem diversificar fontes de receitas para sobreviver”

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“Aeroportos devem diversificar fontes de receitas para sobreviver”
Os aeroportos devem enfrentar um necessário processo de transformação e diversificar as suas fontes de receitas para poderem mitigar o impacto da pandemia da Covid-19 na indústria da aviação e das viagens, que provocou uma queda sem precedentes do número de passageiros e receitas, assim como das companhias aéreas, os seus principais clientes, segundo um relatório da consultora internacional Kearney. O estudo identifica três estratégias de diversificação chave para que os aeroportos possam tornar o seu negócio resistente às perturbações externas e estejam preparados para o futuro. O relatório assinala o uso dos ativos imobiliários que pode gerar um valor significativo aos operadores aeroportuários; a transformação dos aeroportos em centros de experiência ou canais de venda online; e diversificação geográfica com operações de desenvolvimento para outros aeroportos mundiais.

“Novo acionista norte-americano entra na Amadeus com 3,137%”
Um novo investidor, a WCM Investment Management, entrou como acionista do Amadeus IT Group com uma participação de 3,137% do capital social da empresa, passando a estar entre os principais acionistas da Amadeus, atrás de Blackrock (6,153%) e da Massachusetts Financial Services Company (5,017 %).

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“United amplia testes de clientes para América do Sul e Caraíbas”
A United está a expandir a opção de testes de Covid-19 para os clientes, incluindo voos saindo de Houston para destinos selecionados na América Latina e nas Caraíbas. A partir de 7 de dezembro, passageiros originários do Aeroporto Intercontinental George Bush terão a opção de fazer um teste enviado pelos correios e que atende os requisitos locais de entrada para determinados locais.

“Aéreas brasileiras transportam mais de quatro milhões de pessoas em outubro”
Dados da Anac mostram que, durante outubro, as companhias aéreas brasileiras transportaram 4,1 milhões de pessoas. O índice é 51% mais baixo que o verificado no mesmo mês em 2019 mas já mostra recuperação se lembrarmos alguns resultados negativos que o setor obteve no auge da pandemia de coronavírus no País. Em abril e maio, por exemplo, as quedas na comparação com o ano passado, chegaram a 93% e 91%, respetivamente. Conforme aponta o levantamento do mês passado, a ocupação das aeronaves pelo Brasil ficou em 79%, o que significa retração de 6% na comparação dos dois anos, a procura por voos teve queda de 44,7% e a oferta de assentos diminuiu 41%.

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