Volta Internacional: “Empresas turísticas caem em bolsa castigadas pelo terrorismo”

Volta Internacional: “Empresas turísticas caem em bolsa castigadas pelo terrorismo”

Hosteltur – www.hosteltur.com

“Dormidas em alojamentos extra-hoteleiros em Espanha crescem 12,3% em outubro”

As dormidas em alojamentos turísticos extra-hoteleiros ultrapassaram as 7,9 milhões em outubro, mais 12,3% do que no mesmo período de 2014, informam os dados do INE.

“Sevilha abre o debate sobre a implantação da taxa turística”

O debate sobre a possível implantação de uma taxa turística abriu-se também em Sevilha. O presidente da Câmara da cidade, o socialista Juan Espadas, mostrou-se disposto a analisar a viabilidade deste imposto se o setor o propuser.

“Empresas turísticas caem em bolsa castigadas pelo terrorismo”

O clima de medo mundial criado depois dos atentados de Paris, do passado dia 13 de novembro, afetaram a valorização das principais empresas turísticas cotadas em bolsa. As grandes empresas do sector aéreo, hoteleiro e de tour operação registaram, sem excepção, queda em bolsa desde o dia dos atentados. Por exemplo, o preço das ações do grupo francês Accor caiu 9,10% e o da Air France 9,72%.

Panrotas – www.panrotas.com.br

“Gastos de brasileiros no Exterior caem 52,6%”

As despesas de brasileiros no Exterior caíram 52,6% em outubro, em comparação com o mesmo período do ano passado. As despesas chegaram US$ 1 bilhão no mês, de acordo com dados do Banco Central. Nos dez meses do ano, as despesas ficaram em US$ 15,1 mil milhões, com retração de 30,2% em relação ao período de janeiro a outubro do ano passado.

Mercado e Eventos – www.mercadoeeventos.com.br

“Mário Carvalho: nas asas da TAP, uma trajetória de sucesso”

Para o trade, Mário Carvalho é a cara da TAP no Brasil. Ingressou na companhia pela primeira vez em 1971, e permaneceu por 15 anos. Nesta primeira passagem pela companhia portuguesa, o executivo, na época baseado em São Paulo, participou na abertura de um escritório em Campinas e em seguida Buenos Aires. Depois, recebeu a missão de desenvolver o mercado de Toronto, nos Estados Unidos. Esta foi a última paragem de Mario Carvalho neste primeiro voo a bordo da TAP. Voltou à TAP, em 2001, para atuar no Brasil, pouco depois da chegada de Fernando Pinto à presidência da companhia portuguesa. “A empresa passava por um momento complicado. Por ser uma empresa estatal e com o agravante do governo não poder injetar capital, foi um milagre o que a TAP cresceu neste período”, lembrou. “Foram 15 anos de muita luta e agora muito sucesso”, complementou o executivo, remetendo a implantação de uma gestão profissional na companhia (…). Atualmente, Mário afirma que “continua a fazer a mesma coisa. Junto com a minha equipa, ajudo a TAP a ter no Brasil um dos principais pilares da companhia”. Foi com esta frase, que Carvalho definiu o seu futuro na “Nova TAP”, agora privatizada. O profissional reiterou que as sinergias com a Azul já tiveram início e o primeiro passo é a implantação do codeshare, que já está aprovado e deve ter início em dezembro.

Brasilturis – http://www.brasilturis.com.br/

“Aviação doméstica encolhe quase 6% em outubro”

A recessão económica nacional, que já vinha a ter impacto no setor aéreo desde meados de 2014, revelou-se forte na aviação doméstica em outubro. A procura por transporte aéreo dentro do Brasil recuou 5,7%  face a outubro de 2014. A redução da oferta da indústria não foi suficiente para manter os níveis de ocupação de há um ano atrás. “Enquanto foi possível estimular a procura oferecendo tarifas vantajosas, mesmo com custos em alta, isso foi feito. Agora, apesar das tarifas achatadas, o crescimento já não ocorrem”, afirmou o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

“Setor deverá crescer 3,5% em 2015, mas América Latina tem desaceleração”

O setor de viagens e turismo mundial deverá crescer 3,5% em 2015, o que representa um forte crescimento apesar dos vários desafios que já aconteceram este ano. Segundo o World Travel & Tourism Council, a previsão é que a América Latina tenha o crescimento mais lento, de apenas 1,7%, devido à predominante desaceleração da economia brasileira, que se estima que cairá 2,1% este ano.

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