Volta Int:”Grupo chinês HNA de olhos postos nas companhias aéreas sul-americanas”

Volta Int:”Grupo chinês HNA de olhos postos nas companhias aéreas sul-americanas”

Hosteltur – www.hosteltur.com
“AC Hotels by Marriott chega à América Latina com duas aberturas no México”
O México foi o primeiro país da América Latina a contar com unidades da marca AC Hotels by Marriott, no entanto, antes do final deste ano, estão previstas as aberturas de outros cinco hotéis no Brasil, Panamá e Chile. Os dois novos hotéis desenvolvidos pela FibraHotel e operados pelo Marriott International são o AC Hotel Guadalajara México e o AC Hotel Querétaro Antea, que contam com 188 e 175 quartos, respetivamente.
“Ritz de París reabre depois de quatro anos de reforma”
O Hotel Ritz de París abriu ontem oficialmente as suas portas com o objetivo de ajustar todos os detalhes até ao próximo dia 13 de junho. Na remodelação deste luxuoso cinco estrelas foram investidos 140 milhões de euros.
“Grupo chinês HNA de olhos postos nas companhias aéreas sul-americanas”
O Grupo HNA expressou o seu interesse em adquirir a Avianca Holding e a Avianca Brasil, consórcio de companhias aéreas sul-americanas controlado pelo Sinergy Aerospace. Segundo a agência Reuters, a Avianca Holdings e a Avianca Brasil estariam a trabalhar com bancos de investimento para explorar opções. Paralelamente, o mesmo grupo sul-americano despertou o interesse da United Continental Holdings, proprietária da United e Delta Airlines.
Panrotas – www.panrotas.com.br
“Rival da Uber, Cabify, estreou-se” em São Paulo”
O serviço espanhol Cabify começou a funcionar ontem em São Paulo, dando início à concorrência com o Uber. Mas diferentemente deste último, o Cabify cobra por quilometro percorrido, e não pelo tempo total da viagem.

Mercado e Eventos – www.mercadoeeventos.com.br
Iata: “Não faz sentido que as companhias aéreas operem na Venezuela”
A partir de uma reunião realizada em Dublin, a Iata informou que “não faz sentido” que as companhias áreas trabalhem na Venezuela ou na Nigéria, onde os governos não resolveram os “custos operacionais” das empresas. Na ocasião, Willie Walsh, novo presidente do conselho e diretor do grupo IAG, afirmou que mais empresas podem juntar-se à decisão de suspender as operações.
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