Volta Nacional: “À espera da decisão dos sindicatos, TAP avança com regime sucedâneo”

Volta Nacional: “À espera da decisão dos sindicatos, TAP avança com regime sucedâneo”

Jornal de Notícias

“Sindicato do Pessoal de Voo adia acordo”
O Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil adiou para data a anunciar a votação do acordo de emergência com a TAP, que estava agendada para hoje. O adiamento é para “salvaguardar o superior interesse da classe”, diz o SNPVAC.

“Restaurantes pedem ajuda às câmaras no takeaway”
Os restaurantes pedem ajuda aos municípios para lidarem com serviços de entrega de comida como o Uber Eats e a Glovo. A associação de restaurantes Pro-Var diz que sete em cada 10 registam prejuízos – os restaurantes continuam vedados ao público na pandemia.

Jornal i

“À espera da decisão dos sindicatos, TAP avança com regime sucedâneo”
O Governo anunciou que a partir desta segunda-feira a TAP vai avançar preventivamente com o regime sucedâneo numa altura em que aguarda a decisão dos sindicatos de pilotos e dos tripulantes sobre o acordo de emergência para a empresa. Este regime permite aplicar, de forma unilateral a suspensão total ou parcial das cláusulas dos acordos de empresa, entre outras medidas.

Negócios

“Tripulantes juntam-se a pilotos e adiam votação”
Depois dos pilotos, também os tripulantes adiaram a votação do acordo de emergência com a TAP.

Diário de Notícias

“Autocarros turísticos que reforçaram transportes podem voltar em abril”
O coronavírus provocou uma forte quebra no turismo e encostou centenas de autocarros turísticos no último ano. Sem trabalho, os motoristas ficaram no lay.off e nem o verão aliviou perdas. Na Grande Lisboa, 70 autocarros reforçam a oferta da CP, Fertagus e MTS nas horas de ponta da manhã e da tarde desde o final de novembro. Serviço terminal no final desta semana – pode voltar depois da Páscoa.

“Grupo de associados do SPAC quer mudar acordo”
Um grupo de associados do SPAC não aceita o acordo de emergência negociado entre o sindicato, a TAP e o Governo. Os signatários consideram que, apesar dos cortes já propostos, a companhia aérea nacional “não garante a preservação dos postos de trabalho”.

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