Volta Nacional: “Acesso ao aeroporto são a pagar a partir de hoje”

Volta Nacional: “Acesso ao aeroporto são a pagar a partir de hoje”

Jornal de Notícias

“Acesso ao aeroporto são a pagar a partir de hoje”

As regras de acesso automóvel às zonas de tomada e largada de passageiros (curbside das chegadas e curbside de partidas) no aeroporto Francisco Sá Carneiro, na Maia, entram hoje em vigor. Segundo a ANA, empresa responsável pela gestão dos aeroportos em Portugal, “todos os utilizadores particulares que pretendam deixar ou ir buscar passageiros ao aeroporto têm direito a 10 minutos grátis” para o fazer. Se o tempo se esgotar, os utilizadores começam a ser taxados com um euro no período de cinco minutos após os 10 minutos grátis e dois euros por cada cinco minutos acima dos 15.

Público

“Companhia aérea do novo dono da TAP tem prejuízo de 53 milhões”

A Azul, a transportadora aérea brasileira de David Neeleman, o sócio de Humberto Pedrosa na compra da TAP, teve prejuízos de 236 milhões de reais (aproximadamente 53 milhões de euros) até Junho. Os números compararam com resultados positivos no primeiro trimestre e surgem num contexto em que a desvalorização do real face ao dólar está a pressionar os custos das empresas de aviação no Brasil e o tráfego de passageiros está em queda.Os números da Azul, divulgados pelo regulador da aviação civil brasileiro (ANAC) mostram que, no segundo trimestre, os resultados da companhia de David Neeleman anularam o lucro de 92 milhões de reais (20 milhões de euros) obtido entre Janeiro e Março, passando para um prejuízo de 329 milhões de reais (quase 74 milhões de euros). Assim, no final do primeiro semestre, as perdas saldavam-se em aproximadamente 236 milhões de reais.

“O dia em que Rafael Bordalo Pinheiro regressou às Caldas da Rainha”

É um novo atractivo turístico das Caldas da Rainha. As peças de Bordalo não são gigantes, mas são agigantadas. Medem dois metros de altura e representam figuras populares como o Zé Povinho, a Maria da Paciência, a Ama das Caldas, a Saloia, o Polícia, o Padre, com que mordazmente Rafael Bordalo Pinheiro caricaturizava a sociedade do seu tempo. A estes juntam-se ainda as figuras da sua produção naturalista como os sardões, os caracóis, as rãs, as vespas, as andorinhas, os macacos e, como não podia deixar de ser, os famosos gatos que, nas ruas das Caldas aparecem em versão “gato a caçar” e “gato assanhado”. A rota bordaliana custou 122 mil euros e foi comparticipada em 85% com fundos comunitários, no âmbito do projecto em curso de regeneração urbana das Caldas da Rainha. As peças, todas em cerâmica, foram executadas na própria Fábrica de Faianças Rafael Bordalo Pinheiro, respeitando moldes, cores, medidas e técnicas herdadas do século XIX.

Económico

“Câmara de Lisboa relança venda da Feira Popular a 3 de Dezembro”

A Câmara de Lisboa não vai conseguir vender hoje o terreno da antiga Feira Popular, em Entrecampos. A hasta pública agendada para as dez horas de hoje vai ficar deserta. O prazo para entrega de propostas terminou ontem às 13 horas, mas não foram apresentadas quaisquer propostas. O presidente da autarquia garante que o atraso na venda do terreno não terá impacto no orçamento, apenas no ritmo de redução da dívida camarária. O Diário Económico acompanhou durante a manhã de ontem a entrega de propostas presenciais na Câmara Municipal de Lisboa, mas até ao final do prazo não apareceu nenhum candidato e até à passada sexta-feira não tinham chegado quaisquer propostas. Ontem à tarde, a Câmara Municipal de Lisboa enviou um comunicado à agência Lusa dando conta disso mesmo: “Terminou hoje [ontem] às 13 horas o prazo fixado no procedimento de hasta pública para venda dos terrenos da antiga Feira Popular, sem que tenha sido recebida pelo município de Lisboa qualquer proposta”.

“Alexandre Relvas reforça produção de vinho”

As vinhas da Casa Agrícola Alexandre Relvas (CAAR) estendem-se por 100 hectares, no Redondo, Alentejo. “Temos dois ‘sites’ de produção: a Herdade da Pimenta, que tem sensivelmente 65 hectares de vinha, e a Herdade de São Miguel, com 35 hectares. Além disso, compramos uva a fornecedores, que representam mais 150 a 170 hectares”, explica Nuno Franco, o director de produção.

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