Volta Nacional: “Ryanair já perdeu 1,7 milhões de passageiros desde 2015”

Volta Nacional: “Ryanair já perdeu 1,7 milhões de passageiros desde 2015”

Jornal de Notícias

“Ryanair já perdeu 1,7 milhões de passageiros desde 2015”

A Ryanair perdeu quota de mercado nos últimos dois anos no Porto e em Lisboa e, se tivesse mantido o peso que tinha em 2015, teria transportado mais 1,74 milhões de passageiros no ano passado. A “low cost” irlandesa vive dias de turbulência, desde os milhares de voos cancelados no verão passado até às greves deste ano, mas que aproveitou foi a easyJet, que aumentou a fatia de clientes no Porto e em Lisboa no mesmo período.

“Clientes trocam voos com prejuízo”

A greve de hoje na Ryanair causou o cancelamento antecipado de 250 voos, cujos passageiros terão sido previamente avisados pela companhia para remarcar voos gratuitamente ou pedir reembolso da viagem. Contudo, um número indefinido de passageiros cujos voos não foram cancelados receberam emails da Ryanair sugerindo que, dando o risco de ficarem sem voo, seria prudente remarcarem a viagem. Neste caso, a diferença de custo será integralmente suportada pelo passageiro e não haverá direito a indemnização.

“Pousada cria 25 postos de trabalho”

A Pousada de Setúbal no Forte de São Filipe vai ser alvo de obras de reabilitação para reabrir em 2019, altura em que serão criados 25 novos postos de trabalho. O equipamento hoteleiro tem atividade suspensa desde há quatro anos por força da instabilidade na encosta da serra. Atualmente decorrem as obras de consolidação da encosta, a cargo da autarquia com comparticipação de fundos comunitários. As duas obras vão decorrer em simultâneo e espera-se que sejam concluídas no primeiro trimestre de 2019.

Jornal i 

“Aeroporto Portela + Montijo. Solução quase ‘irreversível’ “

Falta apenas o estudo de impacto ambiental para ser “irreversível” a solução aeroportuária Portela + Montijo. A garantia foi dada ontem pelo primeiro-ministro, considerando que há consenso nacional sobre este projeto e que não há tempo a perder.

Público

“Algarve queria 24 mil camas no interior mas nada avançou”

O setor imobiliário cresce um pouco por todo o país, mas os grandes investidores na área do turismo algarvio não arriscam sair da “zona de conforto” do litoral. O Plano Regional de Ordenamento do Território do Algarve (PROT) de 2007 previa a construção de 24 mil camas no interior da região, enquadradas pela figura de Núcleos de Desenvolvimento Turístico (NDT). Até ao momento, nem um projeto foi concretizado – tudo não passou de intenções.

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