Volta Nacional: “Tailandeses querem a totalidade dos Tivoli”

Volta Nacional: “Tailandeses querem a totalidade dos Tivoli”

Negócios

“Novo grupo hoteleiro arranca no Gerês”

O City&Country Boutiqu Hotels é o novo grupo hoteleiro a operar em Portugal. Focado em gerir unidades hoteleiras do formato boutique, tem marcada a inauguração de dois espaços a 3 de Julho no Gerês. “(O grupo), numa primeira fase, aposta na região do Gerês como ponto de partida para um plano de expansão para outras regiões do País, acrescentando novas unidades à gestão”, informou em comunicado o CEO Carlos Moura Guedes.

“É um perigo” o Estado não ter a maioria da TAP”

O PS manifestou-se contra a venda da maioria do capital da TAP. Na redacção Aberta do Negócios, António Costa moderou a semântica, mas insistiu em que a melhor solução seria o Estado manter uma posição accionista maioritária na companhia. “Reverter ainda é um verbo algo precipitado porque pressupõe que há já alguma coisa consumada. O que existe até agora é um contrato-promessa, sujeito ainda a várias autorizações. Portanto, aguardemos para ver qual é o estado de maturidade desse contrato no momento em que se realizarem as eleições”.

Económico

“Regras mudam para evitar devolução de verbas do QREN”

Os projectos que estão atrasados na execução das verbas comunitárias vão ter até 30 de Setembro para utilizar os fundos de Bruxelas. A decisão foi tomada ontem na reunião da Comissão Ministerial de Coordenação do Portugal 2020 que pretende, desta forma, evitar que Portugal tenha de devolver um euro que seja à Comissão Europeia referente ao Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN). “Os gestores dos Programas Operacionais estão autorizados a prorrogar prazo de execução de empreendimentos aprovados no QREN até 30 de Setembro de 2015”, afirmou ao Diário Económico o secretário de Estado do Desenvolvimento Regional. Manuel Castro Almeida acrescentou que as decisões serão tomadas “caso a caso” depois de cada gestor “verificar que há condições de execução dos projectos”.

“Fernando Pinto admite ficar na TAP se for “útil” para a empresa”

Companhia aérea contrata por mais três meses a consultora Seabury, que assessorou David Neeleman.

“TAP fecha contratos de publicidade e comunicação antes da venda”

Num momento em que ainda se aguarda luz verde de Bruxelas para a passagem da gestão para o consórcio de David Neeleman e Humberto Pedrosa, a TAP fechou dois novos contratos: com a Fullsix, na área da publicidade, e com a BDC, para a comunicação. A escolha destas duas agências vai permitir à transportadora aérea poupar um quarto dos gastos com estes serviços, garante fonte oficial. No caso da publicidade, a poupança em torno dos 25% foi estimada considerando o actual “scope of work”, isto é, que a transportadora manterá o mesmo número de campanhas anuais.

Diário de Notícias

“Turistas escapam à crise: Até agora tem corrido tudo bem”

Em dias conturbados, os turistas de Atenas tentam ignorar a turbulência interna, aproveitam para viajar nos transportes gratuitos e fotografar as manifestações e filas junto aos bancos, para mais tarde recordar.

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“Tailandeses querem a totalidade dos Tivoli”

Os tailandeses da Minor International Public Limited (MINT) continuam de olho nas restantes unidades do grupo Tivoli, em Portugal. Depois de terem comprado seis hotéis no Brasil e quatro em Portugal, no inicio do ano, o MINT está agora à espera que as unidades hoteleiras saiam do processo especial de revitalização para que possam fazer negócio. O grupo Tivoli não quis comentar o assunto.

Jornal de Notícias

“Taxistas querem regras nos tuk-tuk”

São os tuk-tuk e nõ o facto de os táxis com matrículas anteriores a Junho de 1992 terem deixado, desde ontem, de poder transitar no centro de Lisboa, o que mais preocupa os taxistas. É que a circulação dos primeiros, acusam, “continua por regulamentar pela Câmara Municipal de Lisboa, enquanto que os segundos “se adaptaram às mudanças exigidas”.

Público

“Concessão do Oceanário tem de promover a “cultura do mar”

O que se vive no Oceanário de Lisboa é fruto de uma pesquisa “mais experimental e mais emocional ou poética, do que arquitectónica ou mesmo científica”, explicou Peter Chermayeff, o arquitecto americano autor deste edifício, citado pelo biólogo Mário Ruivo, ex-professor catedrático da Universidade do Porto, que foi consultor científico da Expo 98, num texto de introdução do livro Peter Chermayeff, Oceanário de Lisboa de 1998. A estratégia parece ser eficaz. “O Oceanário foi construído tendo em conta os objectivos da Expo 98 que pretendia promover para a opinião pública que o oceano estava a entrar numa nova fase e que se abria para o futuro da humanidade uma componente do nosso planeta de grande valor”, explica Mário Ruivo, que durante décadas pensou e pensa as questões sobre o mar. “O objectivo do Oceanário, hoje considerado um dos melhores do mundo, era de assegurar a sensibilização dos cidadãos e da opinião pública, a importância do mar e a importância de gerir o mar com base científica, respeitando a qualidade ambiental e os interesses das futuras gerações.”

“Pavilhão Carlos Lopes poderá acolher espaço museológico dedicado ao atleta”

A Associação de Turismo de Lisboa (ATL), à qual a Câmara de Lisboa deliberou ceder o Pavilhão Carlos Lopes por um período de 50 anos, fica obrigada a manter a designação do imóvel, comprometendo-se ainda a “dialogar” com o atleta português para encontrar uma forma de lhe prestar no espaço a “justa homenagem pelos seus feitos e carreira”. Esse tributo, diz-se no protocolo que vai ser celebrado entre o município e a ATL, poderá “incluir a exposição de objectos e peças, fotografias, exibição de filmes e informação aos utilizadores, em condições a definir”. A minuta desse protocolo, “que disciplina a recuperação e utilização futura do Pavilhão Carlos Lopes em regime de direito de superfície, para eventos de natureza diversa”, foi aprovada esta quarta-feira em reunião camarária, com o voto contra do PCP.

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