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Grande Entrevista: “O Algarve tem sido capaz de se renovar e reinventar”

02/09/2020
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Tempo de leitura: 14 minutos
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Numa altura em que o turismo enfrenta tempos tão difíceis, Ambitur esteve à conversa com João Fernandes, presidente da Região de Turismo do Algarve, o destino de eleição de muitos portugueses este verão. Uma conversa “virtual”, algo a que nos habituámos nesta nova realidade, mas que nem por isso deixou de ir mais fundo, explorando o percurso deste profissional e a forma como a Covid-19 veio alterar o dia-a-dia da entidade que lidera há dois anos.

Como se cruzou a sua vida profissional com o turismo?
O meu encontro com o turismo dá-se quase por osmose quando vim para a Universidade do Algarve estudar em 1992, com 18 anos, pois apenas queria Engenharia do Ambiente. Na altura havia apenas três cursos no país e, por feliz coincidência, vim para o Algarve que, já nessa altura, era um destino turístico internacional e consolidado. Estudei aqui e, enquanto estudante, tive oportunidade de viajar e conhecer a região, de ponta a ponta. Obviamente com as condições de um estudante, mas também é muitas vezes a melhor forma de conhecer diferentes realidades. O meu contacto com o turismo começou portanto enquanto beneficiário.

Mesmo durante o curso pertencia à comissão de eventos para angariação de verbas para a viagem de finalistas e isso mobilizou-me para uma área que acabei por abraçar, a Gestão. No final do curso de Engenharia, tive o convite de um professor para dar aulas na Universidade. De seguida fui trabalhar na área de tratamento de águas residuais; primeiro como técnico, depois como dirigente intermédio e, por fim, como responsável da região. E em apenas três anos – as multinacionais têm essa grande vantagem: havendo desempenho há uma progressão mais rápida – geria a ETAR da Quinta do Lago que tinha já, há mais de 20 anos, um processo de utilização das águas residuais tratadas para a rega dos campos de golfe. Acabei por ir conhecendo a realidade do golfe e fui convidado para dar formação nesta área, primeiro a nível dos impactes ambientais, depois das regras do jogo e da realidade do golfe a nível internacional. E acabei por entrar por aí também numa área que estava a adotar procedimentos de certificações ambientais. Mais tarde, fui trabalhar para o Instituto de Emprego e Formação Profissional a coordenar ações e desenvolver projetos de formação, e uma das áreas que tive de desenvolver foi criar os primeiros cursos de manutenção de campos de golfe do país. Fui coautor dos chamados referenciais de formação dos operadores de manutenção de campos de golfe.

Depois ainda comecei a coordenar formação na área da hotelaria e restauração até que concorri para a direção das Escolas de Hotelaria e Turismo do Algarve, onde estive a partir de fevereiro de 2009, aí sim a trabalhar a full-time para o turismo. Na altura, o diretor deste agrupamento que abarca três escolas tinha assento na Assembleia da Região de Turismo do Algarve (RTA). Fui trabalhando com muitas áreas do turismo por via da formação, até 2013, quando fui convidado para fazer parte de uma lista para a Comissão Executiva da RTA. Fui como vice-presidente e, decorrido esse mandato, que terminou em julho de 2018, fui desafiado por um conjunto de empresários e candidatei-me à presidência da RTA, tendo logo como premissa que pensava que a RTA e a ATA deveriam ter uma mesma liderança, porque percebi que era necessário uma maior sinergia entre as duas organizações que trabalham em áreas complementares, no mesmo edifício, e que teriam tudo a ganhar em partilhar os recursos disponíveis. Assim aconteceu. Ganhei as eleições na RTA e, em dezembro desse ano, também na ATA, e tem sido um grande desafio, cheio de grandes obstáculos.

Tomei posse a 27 de julho de 2018 e, logo na primeira semana de agosto, houve um grande incêndio em Monchique e foi necessário logo começar a trabalhar com as delegações externas do Turismo de Portugal, com a diplomacia externa, a secretária de Estado e os agentes de proteção civil da região. Na altura, a Embaixada Britânica tinha um aviso um pouco alarmante sobre o incêndio e foi necessário ultrapassar essa perceção trabalhando, do ponto de vista da comunicação, o problema. Começámos também, dentro da proteção civil, que está mais vocacionada para resolver o problema e menos para comunicar com operadores turísticos, companhias aéreas e turistas em geral, a trabalhar no sentido de ter informação em tempo real para transmitir aos nossos turistas. Foi logo um exercício bastante exigente mas que correu bem.

Já se adivinhava um mandato cheio de desafios…
Já antes tínhamos uma decisão do Governo britânico em relação ao Brexit. E tínhamos já a falência da Niki, da Monarch e da Air Berlin, no último trimestre de 2017, que representavam 10% dos passageiros desembarcados no Aeroporto de Faro, e que se fazia sentir em 2018, com redução na procura dos britânicos, alemães e holandeses.

Conseguimos felizmente ultrapassar estas questões e crescemos. Em 2018 tivemos do Reino Unido 5,795 milhões de dormidas; e em 2019 quase mais 200 mil dormidas. Foi um processo de recuperação. Era preciso restabelecer rotas.

Depois houve a ameaça da saída da base da Ryanair e aí tivemos a habilidade – ainda com a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho, a reabrir o dossier que já estava definido de fecho da base – de trabalhar com a ANA Aeroportos e o Turismo de Portugal e reverter todo o processo. Foi fundamental. A Ryanair representa cerca de um terço da atividade aeroportuária em termos turísticos na região.

Tivemos ainda a falência da Thomas Cook, um grande operador internacional que faliu numa segunda-feira e, no sábado, tínhamos aqui todos os agentes económicos com medidas já do Turismo de Portugal, que nós desenhámos com o Ministério da Economia e com a Secretaria de Estado, e que foram anunciadas nem uma semana depois.

E tivemos também a greve dos motoristas de transporte de matérias perigosas, no pico da Páscoa e do verão, afetando especialmente o Algarve. Fomos a única entidade regional de todos os setores a participar nas reuniões de definição dos serviços mínimos porque nos antecipámos ao problema e sabíamos que ia ter especial impacto no Algarve pelos timings. Alertámos a então secretária de Estado do Turismo de que isto iria acontecer e trabalhámos tecnicamente sobre quais as opções que poderíamos tomar. E fomos felizmente convocados como representantes do Ministério da Economia para estar no grupo de trabalho.

Não tivemos nunca vida fácil. Fez há uns dias dois anos que estou na RTA como presidente e ainda não chegou a dois anos na ATA e tivemos realmente muitos desafios. Mas, felizmente, o Algarve, que já mostrou muitas vezes resiliência, tem sido capaz de se renovar e reinventar, de aguentar estas grandes ondas de choque, e de conseguir ultrapassá-las.

E assim vai acontecer com a Covid-19, embora esta seja um tsunami grande para o setor.

Quando é que se apercebeu da verdadeira dimensão da situação da pandemia?
Penso que ainda ninguém sabe a verdadeira dimensão da Covid-19. Temos que ser humildes na apreciação devido ao fator incerteza. Estamos a falar de um destino eminentemente internacional, 75% da nossa procura é externa e portanto há muitos fatores que condicionam o futuro, quer do ponto de vista da evolução epidemiológica, quer do ponto de vista do aparecimento de uma terapêutica ou de uma vacina, quer também do ponto de vista comportamental, de como vamos lidar com esta convivência. Com o 11 de Setembro, por exemplo, houve um conjunto de procedimentos de segurança que foram adotados que, na altura, dizíamos serem impossíveis, e a verdade é que o tempo que temos que despender, despendemo-lo, e não deixámos de viajar e cada vez viajamos mais. Penso que isso vai acontecer e tenho uma perspetiva de médio longo prazo positiva.

Mas não sabemos qual o real impacto desta pandemia nem quanto tempo se fará sentir. De qualquer forma, isso não nos pode, e não nos impediu no passado, de sermos expeditos e de planearmos até a incerteza. Acho que esta capacidade de nós portugueses de não ficarmos parados pela incerteza porque temos a flexibilidade de desenhar respostas rápidas e necessárias, mas também de já sermos muito europeus, e de termos necessidade de planear o médio e longo prazo, esta nossa característica é especialmente adaptável a momentos como este. Vimos isso, por exemplo, quando fomos o primeiro país a ter um sistema de certificação como o Selo Clean & Safe. Fomos talvez das primeiras regiões mundiais a ter um Manual de Boas Práticas, que entronca no Selo, desde o golfe às praias, rent-a-car, campismo, e vai continuar a evoluir. Esta nossa capacidade de não ficarmos bloqueados por um cenário que é difícil e incerto, mas de a partir de uma base qualquer tangível traçarmos um plano de atuação foi fundamental na fase de confinamento, com a adoção de planos de contingência, que eram muito semelhantes àquilo que já tínhamos de memória da gripe das aves, e começarmos a preparar o desconfinamento com protocolos e regras sanitárias. Ainda agora a proposta para as praias, e que partiu do Algarve, de uma nossa concessionária, é hoje utilizada e copiada por muitas partes do mundo. Foi rápida. E esta nossa característica é talvez a que mais nos prepara para os tempos futuros.

Lembra-se qual foi a primeira medida que tomou perante esta situação? Que papel a RTA tentou desempenhar neste contexto?
Lembro-me bem de termos tido uma reunião de dirigentes, duas semanas antes do decretar do Estado de Emergência, a 18 de março, em que já havia muita gente com muito receio e a querer ir para casa. Juntei todos e disse de forma muito clara: “Vamos passar por um período muito difícil, com muito desemprego. Nós só existimos para trabalhar para o setor e nós vamos ter emprego amanhã. Portanto só vamos para casa quando tivermos tudo preparado para trabalhar bem a partir de casa e quando for obrigatório.” E então fizemos um plano de contingência que definia várias prioridades em termos de capacidade. As zonas mais expostas, como os Postos de Turismo, fecharam. Primeiro foram para casa as pessoas com doenças que afetavam o seu sistema imunitário e depois as restantes. E o mesmo aconteceu na sede, até chegar ao núcleo de dirigentes e de pessoas com maiores responsabilidades para manter “a casa”. A primeira medida foi mobilizar e demonstrar muito bem perante a equipa que este ia ser um período muito exigente. Tínhamos que definir como trabalhar em teletrabalho. Eu tinha a experiência de ter estado na fase pioneira do chamado e-learning e sabia que trabalhar à distância era muito difícil, que implicava termos tudo muito bem definido sobre o que cada um faz e quais os desafios que cada um devia ter. Portanto, a primeira coisa que pedi aos dirigentes foi que definissem um conjunto de tarefas muito claras sobre como manter o que é essencial na “casa”.

Por outro lado, nós vivemos para o setor. Relembro que tínhamos uma campanha preparada que tinha a ver com a comemoração dos 50 anos da RTA, que coincidiram com o dia 18 de março. Transformámos esse investimento, mantendo a primeira parte do lema – “Ontem, como Hoje” – e a acrescentámos “Estamos cá para ajudar”. Recriámos uma estrutura que tínhamos, de Apoio ao Investidor, para um Gabinete de Apoio ao Empresário. Fomos buscar pessoas de várias áreas, como por exemplo da promoção, e compusemos uma equipa multidisciplinar reforçada para divulgar as linhas de apoio ao empresário na área do turismo. Especializaram-se nas linhas disponibilizadas pelo Turismo de Portugal, pelo Instituto de Emprego, IAPMEI, CCDR, pelas várias condições específicas que os municípios foram desenvolvendo de isenção de taxa turística, de não pagamento de algumas taxas municipais, de apoio do ponto de vista logístico e operacional a algumas atividades… Reunimos toda essa informação e fizemos, até ao final de junho, cerca de 2300 atendimentos com essa equipa. Todas as entidades regionais de turismo fizeram o mesmo, mobilizaram-se para ajudar os empresários, da forma que era necessária. Foi uma demonstração da capacidade que as entidades regionais têm de trabalhar em proximidade. Fizemos webinars com todas as câmaras do Algarve, a Segurança Social, o IAPMEI, IEFP, o que permitiu chegar em capilaridade àqueles que era mais difícil de chegar a informação, os microempresários.

Mas não chega informar as pessoas e ajudá-las a candidatarem-se, é pouco. Tínhamos que continuar a manter a chama acesa. Fomos talvez a primeira região a fazer uma visita virtual; agregámos todos os conteúdos que tínhamos de vídeos e imagens e fizemos as fam trips de forma virtual. Realizámos um webinar com mais de 600 agentes de viagens portugueses e espanhóis para podermos fazer o que fazemos numa feira internacional, numa lógica B2B. Na ATA também fizemos estes B2B com o mercado britânico/irlandês, americano, alemão, holandês, francês. Retomámos assim a nossa capacidade de trabalhar com os parceiros, os operadores turísticos, para não perdermos caminho só porque estávamos distantes.

Mas tudo mudou do dia para a noite. Chegámos a ter manchetes a dizer “Algarve e Islândia: primeiros destinos a abrirem portas”. Tivemos Portugal a liderar vários títulos internacionais pela capacidade de prevenir e controlar a doença, mas também do ponto de vista da reabertura do negócio. Mas tivemos um grande revés, e acontece sempre cada vez que estamos na “pole position”, os nossos concorrentes claramente têm o seu posicionamento também. E era muito difícil comunicar no Reino Unido com o ressurgimento de notícias do caso Maddie. Deu-se o surto de Lagos, Lisboa já estava na senda de ter muitos casos e obviamente o todo nacional começou a ter números que, do ponto de vista do indicador que alguns países estão a utilizar, que na minha perspetiva é errado, nos afetaram no que diz respeito aos corredores aéreos. Mas isso foi numa fase posterior porque, numa fase inicial, começámos a ter ligações aéreas quando mais ninguém tinha. Pelo trabalho que fizemos para retomar as ligações aéreas, fomos mais rápidos. E este foi o segundo grande esforço: ter ligações aéreas. Neste momento temos, em agosto, um nível de cerca de 50% em relação ao ano anterior, o que obviamente é muito pouco mas muito mais do que muitos outros têm.

Durante o confinamento fizemos também algo muito importante: trabalhar com a necessidade de outros setores e a área da saúde. Fizemos um trabalho de comunicação com os consulados e com os estrangeiros residentes, traduzindo informação para que estes tivessem acesso à legislação mais importante que ia saindo. Trabalhámos até para o repatriamento dos turistas que aqui estavam, de várias nacionalidades.

Todo este trabalho em confinamento só é possível com organização prévia.

A nível mundial, como vê a evolução do turismo e que tendências antecipa?
Antecipo que as tendências são as que já existiam mas vão-se acentuar. O caminho para a sustentabilidade, quer do ponto de vista social ou ambiental, será um fator de maior competitividade no futuro. Talvez não da forma que alguns perspetivam. Já vi vários ciclos em que, quando há uma quebra económica, as pessoas tendem a consumir o que é mais barato. Normalmente, o que é sustentável não é mais barato. No curto prazo, a lógica da sustentabilidade do ponto de vista da oferta aparece mais como uma preparação para o futuro, da eficiência hídrica, energética, resíduos, mais como uma perspetiva de futuro de uma empresa ser competitiva porque tem esses argumentos, isso já existia mas vai-se acentuar. Mas também por uma perspetiva de gestão de custos, porque se eu poupar água, pago menos…mais numa perspetiva de eficácia de gestão de custos, e sempre acontece quando há crise, do que numa perspetiva imediata do consumidor. Não tenho dúvida de que esse é o caminho para sermos mais competitivos por várias razões, e porque o turismo não deve ser um fim em si mesmo. O turismo deve, enquanto atividade económica, concorrer para a melhoria da qualidade de vida também dos residentes.

Além disso, levámos um choque tecnológico grande, e esse já não regride, vai tender a evoluir mais rapidamente. A digitalização da economia é um lugar-comum mas antecipável.

E obviamente há a questão dos destinos inteligentes, que reúnem através da Internet das Coisas (IoT), do Big Data, da Inteligência Artificial, a capacidade de responder melhor às necessidades do residente e do visitante.

Tudo isto “casa” com a capacidade de desenvolver uma oferta que responde a uma procura cada vez mais acentuada neste sentido, e de ser capaz de promover mais rapidamente e com menos recursos aquilo que é possível encontrar na oferta.

Qual é hoje a estrutura da RTA? É adequada aos tempos atuais?
As entidades regionais de turismo têm uma característica fundamental e que fez com que a RTA chegasse aos 50 anos: o facto de serem quase um pró-modelo de regionalização. Os órgãos sociais são eleitos com base numa assembleia de membros regionais, públicos e privados. Esse é um valor acrescentado para que nas entidades regionais haja uma definição clara de qual é o seu propósito. O seu foco é o turismo da sua região. Isso nunca nos impediu de trabalhar entre regiões, e é talvez dos poucos setores em que há essa articulação mesmo não havendo interdependência. Esse é pois um aspeto muitíssimo positivo, bem como haver capital no sentido de conhecimento. É uma organização com 50 anos e, como outras, tem um conhecimento que se vai consolidando.

É claro que as entidades regionais têm vindo a sofrer um processo, semelhante ao que acontece com muitas entidades públicas, de crescente constrangimento com a tramitação que têm que observar. Seja por via da lei do orçamento de estado, da lei de execução orçamental, das regras de contratação pública… vão perdendo capacidade de intervir quer por falta de orçamento, quer por capacidade de poder utilizar esse orçamento. Sou totalmente a favor de todos os regimes que tragam mais transparência à ação dos agentes públicos, é necessário. Este é um setor que é aberto ao mundo e que é muito sujeito a alterações, e nós temos que ter flexibilidade de gestão. Primeira coisa que penso ser essencial é reforçar, do ponto de vista orçamental e da capacidade, a flexibilidade na ação, a intervenção destas entidades que atuam num mercado global e muitíssimo competitivo.

Isto sem falar em competências. As entidades regionais têm como competências desde o planeamento, à informação turística, animação, promoção. Mas, como se demonstrou muito bem durante o confinamento, existe a necessidade de que as entidades tenham outro papel, porque quando o têm são mais eficazes. É o caso do apoio às empresas e ao investidor. As linhas de financiamento do Turismo de Portugal não teriam tido a execução que tiveram se não fossem as entidades regionais de turismo a fazer um papel de uma competência que não é a sua.

Advogo que as entidades regionais de turismo sejam o equivalente a uma Autoridade Regional de Turismo, em articulação estreita com o Turismo de Portugal, que tem feito um excelente trabalho. A escala nacional deve persistir, ele deve estar articulado com aquilo que se faz em cada região, como já hoje acontece, mas isso não deve invalidar que em proximidade, e em diferentes regiões, haja essa capacidade instalada, seja ao nível das linhas de financiamento das empresas, do licenciamento e fiscalização, ou mais autonomia para algumas competências que já temos como a promoção no mercado interno alargado, como está previsto na atual lei orgânica.

Nada disto deve invalidar a necessidade de observar uma estratégia nacional, mas com naturais diferenciações entre regiões, porque as apostas não são as mesmas. Os mercados não são os mesmos, os produtos turísticos às vezes não são os mesmos. Se Portugal é, há três anos seguidos, o melhor destino do mundo, de acordo com os WTA, isso tem a ver com o facto de a Madeira ser a melhor ilha, o Algarve ser o melhor no golfe e nas praias, o Centro ter a maior onda do mundo, o Norte ter o Vinho do Porto e as paisagens fabulosas do Douro, o Alentejo ter a pacatez que já não existe, os Açores serem um paraíso natural, e Lisboa ser um espetáculo de cidade… Nós temos regiões com uma riqueza e diversidade tão grande que é isso que nos traz vantagem. E devemos aproveitá-la. Portanto, para mim, as entidades regionais deviam prosseguir o modelo numa lógica mais autonómica, na ação, igualmente dependente de uma estratégia nacional, mas mais capacitadas do ponto de vista dos recursos e da menor tramitação para agirem mais eficazmente.

Que fatores poderão acelerar ou travar a dinâmica da retoma turística na região?
A retoma das ligações aéreas, da confiança dos mercados externos em viajar, aquilo que temos feito em termos de sermos capazes de ter grandes âncoras de notoriedade e de procura pela região, como a Fórmula 1 ou o Portugal Masters. Eventos que sejam capazes de gerar motivação de visita à região per si mas também notoriedade e reconhecimento de que é um destino seguro. Temos de retomar o caminho que tínhamos feito, diversificar mercados logo que possível mas primeiro retomar aqueles que tínhamos. Primeiro retomar as ligações “short haul”, depois “long haul” como tínhamos para o Canadá, e de seguida desenvolver o que já tínhamos perspetivado. Nos últimos cinco anos, os mercados fora do TOP 5 cresceram 80%. A nossa diversificação de mercados não foi feita à custa de perda de ingleses ou de portugueses. Os portugueses cresceram, nesse período, 22%. Mas os outros cresceram mais. França cresceu nesses cinco anos 112% e já está no TOP 5; EUA 210%; Itália 201%; Brasil 332%. Portanto diversificar mercados e oferta, no sentido de ter novas motivações de visita à região (turismo de natureza, turismo náutico, turismo de negócios) que contrariam a sazonalidade do sol e praia. Isto continua a ser necessário.

Tags: ambiturentrevistajoão fernandesRegião de Turismo do Algarve
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