A Ambitur viajou até ao Estado do Rio Grande do Sul, no Brasil, a convite da TAP e da Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, que teve como país convidado de honra Portugal.
Além da visita à Feira, o programa organizado para esta viagem contou com várias atividades, desde logo em Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul, onde aterrámos e permanecemos um dia, após o qual seguimos para Cambará do Sul e, depois, para Canela e Gramado (cidade que acolheu, pela 37.ª vez, a Festuris).
Porto Alegre
Porto Alegre, também conhecida e designada pelo nickname de POA, é a capital do Estado do Rio Grande do Sul, que ganhou esta designação devido ao grande rio – o Guaíba – que banha, entre outras cidades, a capital estadual. Na verdade, há quem considere que não se trata de um rio, mas sim de um lago, e assim, em vez de Rio Grande do Sul, o Estado deveria chamar-se Estado do Lago Grande do Sul. Controvérsias à parte, o Rio Guaíba fica entre o Delta do Jacuí (com mais de 16 ilhas) e a Lagoa dos Patos (a maior lagoa estrangulada do mundo, bem como a maior lagoa costeira da América do Sul), que se estende ao longo da costa, paralelamente ao Oceano Atlântico, do qual se separa apenas por uma península.
Com um total de cerca de 1 milhão e 400 mil habitantes estimados em 2025, distribuídos por uma área territorial total de cerca de 496 mil quilómetros quadrados, passear por POA a pé é fácil e seguro. A oferta cultural é vasta e são inúmeros os parques existentes dentro e fora do centro da cidade, todos repletos de pessoas, tal como as ruas, também elas repletas de bares, restaurantes e esplanadas. O estilo de vida é descontraído e boémio, mas o requinte e o charme marcam presença e, por isso, a oferta gastronómica é de elevada qualidade: os espaços são lindíssimos, a comida muito boa e a apresentação dos pratos sempre bastante cuidada. A carne tem papel de destaque e merece o óscar, ou não estivéssemos na capital brasileira do churrasco!
Pela proximidade à Argentina (a apenas 1h30 de avião de Buenos Aires) e ao Uruguai (a 12h de carro de distância de Montevideu), países com os quais o Estado do Rio Grande do Sul faz fronteira, POA tem uma atmosfera, uma arquitetura e um estilo de vida que lembra muito as capitais destes dois países da América Latina, sendo o chimarrão o expoente máximo desta semelhança.
Mas o que mais salta à vista em toda a área metropolitana de Porto Alegre, e depois nas outras cidades do Estado do Rio Grande do Sul que visitámos – Cambará do Sul, Canela e Gramado – são os aspetos europeus, fruto dos primeiros colonizadores – os portugueses, sobretudo açorianos – que ali chegaram em meados do século XVIII, e que se juntaram aos africanos e à população indígena, e dos outros europeus que mais tarde, já no início do século XIX, chegaram à capital gaúcha, tendo os alemães e os italianos liderado este enorme fluxo de imigração. Assim, em POA e um pouco por todo o Estado do Rio Grande do Sul, encontramos um elevadíssimo número de pessoas de pele, cabelos e olhos claros, e mesmo os que não apresentam estas características físicas, possuem, quase todos, um apelido que denuncia uma origem europeia. Além disso, também a arquitetura, as tradições culturais e a gastronomia denotam, fortemente, inspiração germânica e italiana.
Com apenas um dia em POA, a proposta foi iniciar a visita com um passeio de barco pelo Guaíba. Esta é uma ótima opção para relaxar, observar toda a zona costeira de POA e conhecer de forma diferente a história da capital. Poderá fazê-lo de várias formas, mas há uma que vale a pena referenciar – o passeio a bordo de um veleiro da empresa Navega POA @navegapoa, a partir do Clube Veleiros do Sul. A empresa é pioneira em matéria de passeios de barco privativos e conta com a simpatia e o profissionalismo de uma tripulação que ainda fornece, ao longo de todo o trajeto, inúmeras informações, explicações e curiosidades.
Terminado o passeio, e a poucos metros do local de desembarque, encontramos o restaurante 360 POA Gastrobar (@360gastro). Vale a pena, não só pela experiência gastronómica de qualidade, mas também pelo permanente contacto com o rio, uma vez que o chão do restaurante, localizado na orla do Guaíba, é todo de vidro, causando uma agradável sensação de flutuação.
Caminhar pelo centro histórico da cidade, visitar a Praça Matriz (também conhecida por Praça Marechal Deodoro), a Catedral Metropolitana de estilo renascentista, o Theatro São Pedro, o Café da Catedral, passar pelo Mercado Público e visitar a Casa de Cultura Mário Quintana, foram algumas das atividades que ocuparam a nossa tarde.
E antes de o dia terminar, tivemos o privilégio de conseguir assistir ao pôr-do-sol em POA, o cartão-postal mais conhecido da cidade, que é motivo de orgulho para os seus habitantes, e que alcançou a fama de ser um dos mais bonitos do Brasil e do Mundo. O local escolhido para apreciar este momento foi o Cais do Embarcadero, um enorme empreendimento inaugurado em 2021, localizado nas margens do Guaíba, e que privilegia o lazer, a cultura, a gastronomia e o desporto.
Mas como em POA, as experiências gustativas vão muito além da comida, não nos despedimos da cidade sem antes fazer uma prova de degustação de cachaça na Casa Vasco (@casavasco207), em homenagem ao navegador português Vasco Gama que dá nome à rua em que se localiza. A degustação é acompanhada pela anfitriã Larissa que fornece todas as explicações, informações e curiosidades sobre a cachaça brasileira, desde as suas origens, passando pelas variedades, até ao processo de fabricação. E, apesar da generosa variedade de cachaça que nos é dada a provar, não se sai de lá aos ziguezagues, graças aos petiscos que acompanham esta experiência sensorial!
Cambará do Sul
Saímos de Porto Alegre em direção a Cambará do Sul. São menos de 200 quilómetros de distância, mas a viagem de carro dura cerca de 3h e percorre um trajeto conhecido como a “Estrada Alemã” (que na verdade vai até Gramado), uma vez que todas as cidades pelas quais passa (Canoas, São Leopoldo, Novo Hamburgo, etc.) são fortemente habitadas por descendentes de imigrantes alemães. Passadas as zonas urbanas, entramos na serra Gaúcha e as estradas tornam-se mais estreitas e sinuosas, com a Mata Atlântica (que cobre quase toda a costa do Brasil, até Espírito Santo) a dominar a paisagem. Esta mata, nesta região, pode atingir até 300 quilómetros para o interior, altura em que encontra as famosas Pampas (pradarias) que, por sua vez, se estendem até à Argentina e ao Uruguai.
A cidade de Cambará do Sul fica na região de Campos de Cima da Serra e é também aqui que se encontram o Parque Nacional de Aparados da Serra e o Parque Natural da Serra Geral (unidades contíguas de conservação brasileira de proteção integral da natureza, que são parte do território do Geoparque Mundial da UNESCO Caminhos dos Cânions do Sul), que apresentam a maior formação de cânions da América Latina (desfiladeiros verticais que resultam de falhas naturais da rocha e processos de erosão, localizados nas bordas dos planaltos onde a vegetação é plana e parece ter sido “aparada”). Neles localizam-se dois dos cânions mais famosos – o Itaimbezinho (com 720 metros de altura no ponto máximo) e o Fortaleza (que chega aos 900 metros de altura) – respetivamente. O Itaimbezinho divide o Estado do Rio Grande do Sul do de Santa Catarina. São várias as trilhas que se podem fazer nos dois parques e são todas self-guided. Os mais corajosos têm no Parque Nacional de Aparados da Serra, por exemplo, uma de 7 horas ida e volta pelo Rio Boi (uma das 40 melhores trilhas da América Latina, segundo o Trip Adviser), que tem várias quedas d’água, sendo as mais conhecidas a Leite de Moça, o Braço Forte e a das Andorinhas (uma das maiores do Brasil). Para visitar os cânions, o ideal é escolher o período da manhã, quanto mais cedo, melhor, uma vez que a brisa marítima costeira vai subindo ao longo do dia com o calor e com a ajuda dos ventos, e quando chega ao topo dos cânions cobre a paisagem com uma névoa cerrada que impede a visão imponente que estes cânions apresentam. A boa notícia é que o bilhete vale por 7 dias e pode fazer até 3 entradas nos parques, o que aumenta as hipóteses de conseguir apreciar a grandeza dos cânions.
A fauna e a flora são muito ricas nos dois parques. A vegetação que predomina na região é campos, mas existe também o pinheiro-bravo (Podocarpus lambertii) e uma mata de araucária (Araucaria angustifolia) que é a espécie arbórea dominante, muito característica em toda esta zona da serra Gaúcha. E não se surpreenda se, de repente, passar ao lado de uma capivara. Estes roedores (os maiores do mundo) convivem aqui de forma tranquila e pacífica com os turistas, não se mostrando nada incomodados com a presença humana.
Povo dos Peraus
No dia da visita ao cânion Itaimbezinho, tivemos o privilégio de visitar a Casa da Maribel, na qual vivem, há várias gerações, desde 1945, uma família que pertence ao Povo dos Peraus, um povo tradicional que habita a região dos Campos de Cima da Serra – Cambará do Sul (RS) -, nas extremidades dos cânions do Parque Nacional Aparados da Serra. De geração em geração, baseiam a sua vivência na pecuária familiar (criação de gado, ovelhas, etc.), na coleta de pinhão e produção de artesanato em lã e couro. A convivência com a natureza e a sua preservação estão na base da sua cultura e modo de vida. Encontram-se protegidos pela Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O carinho e a amabilidade com que recebem os visitantes, assim como a paisagem natural, valem a deslocação.
Ainda na região de Campos de Cima da Serra, em São Francisco de Paula, encontramos o MATRIA – Parque de Flores, o maior das Américas, com 50 hectares de terra, dos quais 25 são mata e 25 são jardins. O Parque conta ainda com restaurante, área de picnic, adega e pode usufruir de um passeio de barco já incluído no bilhete. Pode optar por fazer o itinerário a pé ou com carro (golf car) e guia.
Onde comer
Para almoçar nesta região, tem, pelo menos, três opções. Pode almoçar antes de chegar a Cambará do Sul, na cidade de São Francisco de Paula, uma cidade com fortíssima cultura gaúcha, com habitantes de origem portuguesa e indígena, e na qual pode optar por um hambúrguer gigante no restaurante XIS da Dona Laura (@xisdadonalaura), aproveitando ainda para comprar produtos típicos da região provenientes de produtores locais, ou pode (e deve!) almoçar no restaurante Parador Hampel (@paradorhampel), que é também um hotel e que merece uma visita. Se preferir almoçar em Cambará do Sul, uma opção é o simpático restaurante Vitrine da Truta (@vitrinedatruta), no qual a truta fresca é rainha e todo o acolhimento é cinco estrelas. Para ter uma ideia, nós fomos recebidos por um maravilhoso conjunto de harpistas, que nos presenteou com várias melodias antes e durante o almoço. Outra excelente escolha para os amantes da carne é o Restaurante do Lago – Fogo, Brasa e Sabor (@fogobrasaesaborrestaurante), o mais requintado de Cambará, com uma vista deslumbrante para o lago pertencente a uma área de preservação ambiental.
Onde ficar
Alojamento na região não falta, mas o que marca a diferença é, sem dúvida, o Hotel Parador da Serra (@paradorcambaradosul). Localizado na Fazenda Camarinhas, em plena serra Gaúcha, a apenas 30 minutos dos cânions Itaimbezinho e Fortaleza, é o local ideal para os amantes da aventura e da conexão com a natureza. Mas não só. É também o local de eleição para os amantes do silêncio, do relaxamento, da paz, do conforto, do aconchego, do charme e do requinte. O conceito é de glamping, uma junção de camping e glamour, com todo o charme de um hotel de luxo. A oferta vai desde cabanas e bangalôs a casulos (estes mais recentes, construídos em 2021, com uma decoração que mistura o rústico com o moderno e em que a palavra de ordem é o conforto: camas aquecidas, jacuzzi nas varandas com os Campos de Cima da Serra a perder de vista, música ambiente, máquinas de café e chaleira, chá, compotas, queijos, etc.). A gastronomia é outro ponto forte deste hotel, quer nas refeições servidas no restaurante Alma, quer no serviço do pequeno-almoço, com muitas das opções da ementa cozinhadas no momento no forno e fogão a lenha (como os ovos e alguns pães de fermentação natural, por exemplo), com café servido com leite saído diretamente das vacas da fazenda (se assim o desejar), uma vasta oferta de queijos, frutas, bebidas, entre muitas outras iguarias.
Na mesma fazenda, onde o gado pasta livremente, separada apenas por um pequeno rio, encontramos ainda a Queijaria Campo Nativo. Aqui faz-se o famoso queijo da serra, cujo know how é um dos legados dos primeiros imigrantes açorianos que chegaram àquelas terras, e é possível observar todo o processo de fabricação bem como desfrutar de uma experiência de degustação, mediante marcação.
Canela e Gramado
Localizadas na Região das Hortênsias, ainda em Campos de Cima da Serra, em plena Serra Gaúcha, são as cidades mais turísticas e procuradas do Estado do Rio Grande do Sul. O turismo de eventos, sobretudo os do Natal (Gramado tem o maior evento de Natal do Brasil) e da Páscoa, as atrações e a gastronomia tornam-nas numa referência, maioritariamente para o público brasileiro e depois para os vizinhos uruguaios e argentinos.
São apenas 7 quilómetros que separam Canela de Gramado, mas a estrada que liga as duas cidades tem cerca de 145 atrações, entre as quais museus (da Moda, da Cera, das Motas, do Sexo, dos Carros, Planetário, etc.), restaurantes e parques temáticos (NBA, NASA, Chocolate, etc.).
Nesta estrada, precisamente, foi construído, em 1991, o Parque Temático Mundo a Vapor, cuja icónica fachada, inaugurada em 1999, representa, em tamanho real, o acidente ferroviário que aconteceu em Paris em 1895, quando uma locomotiva desgovernada cruzou em alta velocidade a estação de Montparnasse. A ideia deste parque partiu de três irmãos – os irmãos Urbani – apaixonados por máquinas a vapor, paixão que herdaram do seu pai Ernesto Urbani que na década de 1920 possuía uma oficina – Oficina Urbani – que consertava as locomóveis de toda a região. Aqui, espalhadas por dez salas imersivas, podemos admirar réplicas de máquinas de várias espécies que costumavam funcionar a vapor, passear numa locomotiva de quatro metros, com três vagões com capacidade para até 12 pessoas cada, e que percorre 270 metros num pequeno bosque com várias espécies de árvores nativas da Serra Gaúcha, bem como uma roda gigante – a Roda Canela – com 52 metros de altura, 30 cabines totalmente climatizadas que acomodam confortavelmente até 6 pessoas, e que proporciona uma vista deslumbrante de 360 graus.
Apesar da proximidade, e de serem ambas muito seguras, Canela tem mais habitantes do que Gramado (onde o custo de vida é mais elevado) e é mais voltada para a preservação da natureza, com o slogan “Canela é Paixão Natural”, com condomínios fechados mais privados, voltados para dentro e não para fora, pensados para quem lá vive e não para quem a visita. Gramado é a cidade das festividades, das comemorações temáticas, do requinte e do glamour, em que nada é deixado ao acaso, tudo é pensado ao detalhe para impressionar os visitantes. Tem uma fortíssima influência da cultura alemã, italiana e portuguesa. A gastronomia e a arquitetura refletem isso mesmo, o estilo bávaro domina a paisagem, e o Plano Diretor da cidade a isso obriga.
Os primeiros a chegar a Gramado foram os alemães, em 1875, e a eles seguiram-se os italianos. A maioria veio de POA a pé, só os mais ricos fizeram o trajeto de carroça. Muitos, ao chegar, instalaram-se numas árvores chamadas Umbu, até terem dinheiro para arranjar casa. As primeiras casas que construíram em Gramado ficam num vale conhecido como o “marco zero” ou “linha zero”. Num lado da estrada instalaram-se os alemães, do outro os italianos. Ainda é possível observar duas destas casas que permanecem na beira da estrada.
No município de Canela encontramos o Parque Estadual Caracol, uma unidade de conservação brasileira com duas das cascatas mais visitadas do Brasil, depois da Foz do Iguaçu, uma delas a Cascata do Caracol, o segundo ponto turístico mais visitado do sul do Brasil. O Parque localiza-se a 7 quilómetros do centro da cidade, com acesso fácil através da Estrada do Caracol. Nesta, podemos encontrar inúmeros parques temáticos, uns indoor e outros outdoor. Dois deles são o Skyglass Canela e o Parque Bondinhos Canela.
O Skyglass Canela é uma plataforma de vidro suspensa, uma das maiores do mundo, sobre o Vale da Ferradura e do Rio Santa Cruz (cuja forma deu o nome ao vale), em plena Serra Gaúcha, a 420 metros de altura, com uma paisagem de cortar a respiração. Se quiser abusar da adrenalina, poderá completar esta experiência com uma volta no Abusado, umas cadeiras suspensas que deslizam lentamente por baixo da plataforma, de uma ponta a outra, a uma altitude de 360 metros sobre o Rio Caí. Esta atração alia inovação à sustentabilidade, uma vez que toda a estrutura foi projetada de forma a causar o mínimo de impacto possível na vegetação e possui uma estação de tratamento e aproveitamento das águas. Recebe por dia uma média de 1300 visitantes.
O Parque Bondinhos Canela, por sua vez, tem várias atrações. Desde logo os Bondinhos (teleféricos) que lhe permitirão ter uma visão privilegiada da Cascata do Caracol; o Aerozuum, que nada mais é do que uma pequena montanha-russa invertida que permite um passeio suspenso, cuja velocidade é o participante que controla; e o Eagle, uma tirolesa que simula o voo de uma águia sobre a vegetação.
Mas as experiências em Gramado e Canela não se limitam à adrenalina e à aventura. Com a natureza sempre como pano de fundo, uma outra forma de desfrutar da paisagem única da serra gaúcha é visitando o Olivas de Gramado (@olivasdegramado). Aqui, além da degustação do azeite, a experiência mais impactante é, sem dúvida, o Sunset Olivas de Gramado (@olivassunset). Mais uma vez, a atração principal é o pôr do sol, mas o pano de fundo desta vez não é o mar, mas sim a Serra Gaúcha, cujo verde da vegetação é ofuscado pelo laranja forte que cobre a linha do horizonte enquanto o sol se põe. Do topo de uma colina, no terraço de um magnífico bar/restaurante, ao som de música ao vivo, normalmente da responsabilidade de um DJ, os visitantes podem assistir a este imponente espetáculo. Uma experiência que fica na memória.
Despedimo-nos de Gramado com uma deliciosa visita ao Gramado Zoo, uma agradável surpresa para quem vai à espera de encontrar um tradicional jardim zoológico. A funcionar desde 2008, aqui só vivem animais resgatados, vítimas de maus-tratos, traficados, abandonados ou acidentados. Além de os acolherem e cuidarem deles, sempre que possível, tentam que alguns se reproduzam e graças a isso a população de algumas espécies tem vindo a aumentar, possibilitando assim a oferta de animais a outros zoológicos. Um trabalho meritório.
Onde comer
- Restaurante Nonno Mio (@nonno_mio) rodízio de comida italiana, com massa artesanal.
- Restaurante Josephina Gramado (@josephinagramado), comida reconfortante, com muita qualidade, num espaço familiar e acolhedor cheio de histórias.
- Restaurante Catherine Restaurant (@catherinegramado) reúne o melhor em sofisticação e gastronomia (comida franco-italiana) num espaço lindo onde “cada detalhe foi pensado com carinho”, segundo a própria Catherine.
Onde ficar
Em Gramado e Canela existem várias cadeias de hotéis e inúmeros tipos de alojamento.
Em Canela, o destaque vai para o MONÃ (@monavivencia), uma quinta que é hospedaria, restaurante e oficina de carpintaria. Os donos, Aline e Daniel Castelli (@daniel.castelli), praticam uma agricultura orgânica, recebem eventos sociais, culturais e gastronómicos, e estão focados no turismo de design autoral. A hospedaria comporta 4 suites e a sua recuperação, toda em madeira e pedra local, foi inspirada nas primeiras casas que surgiram na região. O antigo estábulo da quinta é agora o ateliê onde Daniel dá vida a variadas peças de madeira, feitas com 30 ou 40 variedades diferentes de madeiras nativas brasileiras.
Em Gramado, o nosso acolhimento ficou a cargo da cadeia Laghetto, no caso, o Laghetto Stilo Vita. Alia modernidade e conforto e fica mesmo no centro da cidade. Uma ótima opção.
Por A.M., em Gramado, a convite da Festuris e da TAP




































































