A Nauticampo aconteceu de 26 a 30 de março na FIL – Feira Internacional de Lisboa e o Turismo Centro de Portugal marca presença com diferentes estações náuticas da região. Anabela Freitas, vice-presidente da entidade, comenta a participação.
Qual a importância de estar presente na Nauticampo?
Nós estamos a apostar cada vez mais no turismo náutico, seja de interior, seja de mar, tanto que constituímos uma rede de estações náuticas na região Centro e, portanto, para nós é importante participarmos neste tipo de feiras. É certo que está muito vocacionada para a venda de barcos e de artigos relacionados com a náutica, mas também quem compra esses artigos precisa de sítios para usufruir. E estamos aqui com uma pequena mostra de tudo o que a região tem para poder usufruir desta prática.
E como é que organizaram a participação destas empresas?
Na região Centro criámos uma coisa que se chama PROVER, que existe só na nossa região, que é financiado pela CCDR Centro, que visa juntar, neste caso específico, todas as estações náuticas que nós temos. Para divulgarmos, para promovermos o destino, temos que promover em conjunto. E se o produto é turismo náutico, então tem que ser as estações náuticas de interior e as estações náuticas de mar, que podem depois também trabalhar outro tipo de produtos.
Não nos esqueçamos que o mar é também uma porta de entrada na região Centro, já que não temos aeroportos, temos portos e, portanto, também aproveitar esta ligação. E, portanto, juntámos aqui todas as nossas estações náuticas e convidámos para estar aqui presentes, porque, para nós, o turismo é um setor de atividade económica.
Sendo este um segmento de nicho, isto é uma resposta a uma procura que já existe ou é para potenciar essa procura na região Centro?
Eu diria as duas coisas e acrescentaria uma terceira. Queremos nos posicionar também neste segmento. É certo que existem estações náuticas também noutras regiões de turismo, mas a nossa diversidade é tão grande e porque temos tantas estações náuticas, volto a dizer, seja de interior, seja marítima, que o usufruto das estações náuticas permite associar a outros produtos turísticos dos quais nós somos forte: nomeadamente a gastronomia, o enoturismo, o turismo de natureza e obviamente também o sol, mar e praia.
Em conjunto estamos a responder aquilo que é uma tendência. É sem dúvida um setor de nicho e nós dizemos que o Centro é o novo luxo e por isso estamos a posicionar-nos neste segmento.
Por Diana Fonseca


















































