A Ryanair anunciou hoje, 28 de janeiro, o seu calendário para o verão 2026 em Portugal. O calendário inclui 160 rotas, entre as quais quatro novas rotas: uma a partir de Faro (Varsóvia) e três a partir do Porto (Gotemburgo, Rabat e Varsóvia), bem como frequências adicionais em mais de 30 rotas existentes a partir de aeroportos regionais.
Para apoiar este crescimento, a Ryanair irá basear uma nova aeronave em Faro, representando um investimento adicional de 100 milhões de dólares em Portugal regional.
A companhia anunciou também que Lisboa não registará qualquer crescimento no verão de 2026 devido “às taxas elevadas da ANA e à recusa do aeroporto em regime de monopólio em aumentar a capacidade no Aeroporto da Portela, o que prejudica o tráfego, o turismo e a criação de emprego em Lisboa”. E adianta que “as elevadas taxas da ANA estão também a prejudicar a competitividade das regiões insulares de Portugal, incluindo os Açores, onde a Ryanair foi forçada a encerrar todos os voos a partir de março de 2026, devido às altas taxas aeroportuárias da ANA e à recusa do Governo em reduzir os elevados custos de acesso em Portugal, numa altura em que países concorrentes da UE, como a Suécia, Hungria, Albânia, Eslováquia e Itália, estão a abolir taxas de viagem e a reduzir taxas aeroportuárias para promover o crescimento”.
A Ryanair explica que continua a aumentar o tráfego e o turismo em Portugal, transportando mais de 14 milhões de passageiros em 2026 (+4%), mas poderia ter alcançado um crescimento muito maior — duplicando o tráfego para 28 milhões de passageiros por ano, com 16 novas aeronaves (investimento de 1,6 mil milhões de dólares) e 500 novos postos de trabalho até 2030 — caso o Governo tomasse medidas para reduzir as taxas muito elevadas da ANA e aumentar a capacidade na Portela.



















































