A AHRESP – Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal aplaude as medidas anunciadas pelo ministro da Economia, Manuel Castro Almeida, dirigidas ao setor da restauração, que diz serem o resultado da atuação “persistente e estruturada” que a associação tem vindo a desenvolver junto do Governo, em particular com o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, Pedro Machado, no sentido de aliviar a pressão sentida pelos empresários.
Em nota de imprensa, a AHRESP explica que os instrumentos agora apresentados assentam em três eixos, com a intervenção do Turismo de Portugal: o alargamento dos prazos de pagamento para empresas com dívidas em curso; o refinanciamento de empresas com exposição à banca, através da substituição do sistema bancário pelo Turismo de Portugal, permitindo prazos de reembolso mais alargados; e um mecanismo de financiamento com uma componente a fundo perdido.
E adianta que se trata de medidas que vão ao encontro das propostas que a AHRESP tem vindo a defender, orientadas para reforçar a sustentabilidade das empresas, aliviar pressões de tesouraria, criar condições para o investimento e salvaguardar o emprego, pilares essenciais da estabilidade e competitividade do setor.
A AHRESP espera que os critérios de elegibilidade das medidas divulgadas pelo Governo sejam ajustadas à realidade da restauração e capazes de chegar às empresas que mais precisam, e continuará a acompanhar de perto a regulamentação anunciada para fevereiro.
E recorda que a restauração é composta maioritariamente por micro e pequenas empresas, ainda a lidar com créditos Covid e elevados níveis de incerteza. O aumento sucessivo dos custos com matérias-primas, energia, rendas, salários e outros encargos tem sido, em grande parte, absorvido pelas próprias empresas, comprimindo margens e limitando a capacidade de investimento.



















































