Revive Natureza com modelo de gestão e exploração finalizado

Revive Natureza com modelo de gestão e exploração finalizado

Categoria Advisor, Política

O Revive prova que “a Cultura está sem complexos relativamente ao Turismo e o Turismo relativamente à Cultura”, considera a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho. Restará agora saber se o Revive Natureza levará a idêntico caminho entre o Turismo e o Ambiente.

Mas vamos por partes. Durante a intervenção da secretária de Estado no XV Congresso da Associação dos Diretores de Hotéis de Portugal (ADHP), que decorre até sábado em Viseu, a responsável abordou o Revive considerando que “este tem sido um projeto exemplar de parceria e confiança uns nos outros entre organismos públicos em torno de um objetivo comum”. Para a oradora este programa só está a funcionar porque o território está a criar produto complementar.

De seguida, a secretária de Estado do Turismo anunciou que foi fechado mais um concurso no âmbito do Revive, que diz respeito ao Convento do Carmo, no Faial, com duas propostas, que serão conhecidas nos próximos dias. “Estamos a intensificar a próxima fase do programa e vamos avançar também em breve com o Revive Natureza, no âmbito das antigas casas de abrigo e guarda fiscais, de forma a criar uma rede em todo o país”, avançou a responsável, que acrescenta que “em muitos territórios não podemos estar à espera que o negócio surja sem intervenção das entidades públicas que têm um papel chave na criação de produto”.

À margem do discurso no congresso, aos jornalistas, a responsável acrescentou que no âmbito do Revive Natureza “temos 48 imóveis identificados, de norte a sul, e estamos a definir o modelo de gestão e exploração em rede, até ao final de abril o modelo poderá estar fechado”.

Ainda na sua intervenção, a responsável indicou que ”estamos com uma grande preocupação em gerar atratividade no país ao longo de todo o ano, sendo que o Fundo criado para a captação de grandes eventos e filmes internacionais será complementado em breve com a criação de um mecanismo financeiro para a captação de eventos mais pequenos”.

Pedro Chenrim, em Viseu