Porto da Figueira da Foz: A porta de entrada para uma região de tradição turística

Porto da Figueira da Foz: A porta de entrada para uma região de tradição turística

Categoria Business, Transportes

Assumindo-se como um porto de importância regional que serve o Centro do país, o Porto da Figueira da Foz pode receber navios de cruzeiro de pequeno porte e conta com uma marina com 350 postos de amarração.
É, sem dúvida, uma das portas de entrada para uma cidade com forte tradição e vocação para o turismo. Situando-se na foz do Rio Mondego, e contando com infra-estruturas ligadas ao setor turístico – a marina e o porto comercial – o Porto da Figueira da Foz encontra-se bem dotado dos serviços essenciais para movimentar e receber todo o tipo de navios. Além disso, as acessibilidades, terrestres e ferroviárias, são excelentes e permitem ligações rápidas e cómodas a toda a Região Centro, conforme assegura a Administração do Porto da Figueira da Foz (APFF).

Atualmente, o porto pode receber navios de cruzeiro até 120 m de comprimento, com alguma flexibilidade até 130 m, e 6,5 m de calado máximo. No que diz respeito à náutica de recreio, pode receber embarcações até 20 m de comprimento e 3 m de calado.

A Marina conta com 350 postos de amarração divididos por duas docas, e os clientes podem usufruir de fornecimento de água e energia elétrica nos passadiços. Na proximidade dispõem de serviços de assistência náutica, fornecimento de combustíveis e equipamentos, clubes náuticos e ainda restaurantes, bares e zonas públicas de lazer. APFF recorda que Figueira da Foz tem várias atrações turísticas e “belezas naturais ímpares, como a serra e as áreas fluviais, excelente oferta gastronómica” e está inserida numa região de elevado potencial turístico, destacando-se as cidades de Coimbra, Conimbriga, Leiria, Fátima e Alcobaça.

Novos investimentos para aumentar procura
Os últimos anos assistiram a alguns investimentos no Porto da Figueira da Foz que visaram melhorar a qualidade dos serviços prestados, algo que, garante a Administração, se tem refletido na procura observada, apesar de em 2018 não se ter registado crescimento significativo. Para os próximos anos vão continuar a fazer-se mais investimentos e, para 2019 e anos seguintes, a expectativa é de que haja algum crescimento, dado o grau de satisfação dos clientes já percecionado, bem como “algum esforço acrescido que se pretende realizar em termos de promoção da Marina”, sublinha. No tocante ao setor dos cruzeiros, em 2018 registaram-se duas escalas de navio de passageiros, sendo expetável que uma delas venha a ocorrer novamente em 2019.

Este artigo foi publicado na edição 317 da Ambitur.